Por onde anda…? Parte II

2 ago

Oi gente, tudo bem?

Ontem comecei a brincadeira do “Por onde anda…?” e hoje vim trazer mais um artista que teve um single meteórico e depois… sumiu. Mas como vi que nem eu mesma ia conseguir lembrar de muitos nomes, ampliei para aqueles que até continuam a se apresentar, mas sem tanto sucesso.

Alguém se lembra de Joan Osborne? Não, nem falo de parente do tio Ozzy, é dessa mocinha aqui:

Imagem: Reprodução

Nascida como Joan Elizabeth Osborne nos Estados Unidos, começou a ter seu nome reconhecido ao trabalhar com os integrantes do The Grateful Dead, embora alcançou o topo com seu hit “One of Us”.

A cantora nasceu no Kentucky mas se mudou para Nova Iorque em 1989, inaugurando a sua gravadora, Womanly Hips Music, para trabalhar como artista independente. Gravou seu primeiro álbum, chamado “Soul Show: Live at Delta 88”, ao vivo, com a intenção de soar como um bar e não um estúdio.

A idéia chegou até os diretores da gravadora Mercury, que a contrataram em 1992 e lançou um EP no ano seguinte, intitulado “Blue Milion Miles”, com duas músicas novas e a regravação de “His Eyes Are a Blue Milion Miles”, de Captain Beefhart. Ao mesmo tempo foi liberada para as rádios uma K7 com outras canções.

Uma delas, chamada “Chick” foi alterada pela gravadora em 1994, sendo acrescida ao segundo trabalho de Osborne, Relish. Um ano depois o trabalho foi lançado e recebeu boas críticas especializadas, mas pouco retorno do público.

Em novembro daquele ano saiu o single “One of Us”, ficando em 4º lugar na para da Billboard Hot 100 e fez com que o CD se tornasse um hit.

A própria cantora disse que a canção foi feita intencionalmente de uma forma mais “vendável” e ela teve que alterar sua forma de canto para que tivesse a sonoridade pretendida.

Somente nos EUA foram vendidas mais de dois milhões de cópias e logo Joan Osborne foi considerada uma das maiores revelações da música pop da década, colocada no mesmo nível de Janis Joplin. A partir daí a intérprete se apresentou com nomes como Bob Dylan e Luciano Pavarotti, gravando até um dueto com o segundo.

A turnê seguiu até 1998, quando músicas do seu novo trabalho, “Curds and Whey”, foram mostradas em uma edição de Woodstock, junto de performances de Pete Townshend, Lou Reed e Ziggy Marley. Tudo parecia bem, até que seu próximo single não alcançou o mesmo sucesso e a Mercury passou a deixar a cantora de lado, recusando a lançar o trabalho.

O contrato foi rompido e a Interscope trouxe Osborne para seu casting. Isso fez com que todo o material que seria utilizado para o terceiro álbum tivesse que ser refeito em poucos meses. A canção tema do álbum, “Righteous Love”, chegou a ser incluída no seriado Sex and the City.

Ainda assim o sucesso não foi alcançado e brigas começaram. A gravadora alegava que levou muito tempo entre os álbums, a artista afirmou falta de incentivo e parceria. Desde então outros discos foram lançados, muitos com regravações, mas sem alcançar o mesmo êxito de Relish.

Em 2008 ela lançou seu primeiro trabalho de inéditas em oito anos, “Little Wild One”, com o mesmo estilo do início de sua carreira e a mesma parceria da produção de seu álbum mais famoso.

Para quem não se lembra, fica aqui o maior hit de Jean Osborne, “One of Us”:

Amanhã eu volto com mais um artista sumido ou ressurgido das cinzas.

2 Respostas para “Por onde anda…? Parte II”

  1. taina natali 17/03/2013 às 14:40 #

    eu adoro ela adoro as musicas dela principalmenti one of us

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