Isso aqui ooo, é um pouquinho de Brasil ia-iá…

5 dez

Oi, gente. Voltei!

E nem estou cantando por viver um dia musical, muito pelo contrário. Estou com esse assunto em mente desde ontem e foi bom parar para escrever, porque afinal, é assim que nos sentimos:

Deixa eu explicar a situação: eu tenho uma lista nos meus Favoritos, com todos os blogs que leio diariamente. A grande maioria de beleza, mas também tenho de humor, música, cinema e notícias. Tudo isso acaba me ajudando a fazer os posts daqui, são fontes. Um deles é o Vende na Farmácia que, embora não seja o meu predileto, se tornou um dos que mais vejo sinceridade em quem escreve.

Aí que a Joo, uma das donas da página fez esse post e eu, assim como muitas leitoras que se manifestaram lá, fiquei indignada. Mas comecei a refletir se era algo tão recente assim e só no mundinho de beleza. Vi que não, a história dos produtos da Eyeko ficarem mais caros somente para nós foi meio que deixar claro que somos pessimamente vistos lá fora enquanto compradores.

Quer outro exemplo, saindo para outros temas? Ontem eu e meu pai falávamos de carros e no meio da conversa comentamos que os veículos trazidos para cá chegam em terras tupiniquins custando um olho, um rim e o apêndice, enquanto lá fora o preço é quase metade do valor cobrado por um popular (ps: eu já acho absurdo considerar um carro de R$ 30.000,00 como popular… e sem nada). Será que essa diferença toda é somente por impostos? Justifica tanto mesmo?

E aí eu levo para outro ponto: por que abaixamos a cabeça e concordamos? Não está na hora de pararmos com essa história? IPI mais caro para carro gringo, com o propósito de defender o nacional seria muito bom SE os daqui fossem compatíveis e com preços competitivos (ou que valessem a pena, pelo menos), mas é o que acontece? E quem reclama, de fato?

Ainda falando do meu pai, ele sempre comenta que nós, brasileiros, adoramos colocar o dedo na cara alheia e apontar os defeitos. Mas fazer valer nossos direitos e deveres, ninguém quer, porque dá trabalho. E é verdade, onde está nosso bom senso? Por que esse conformismo? Não está na hora de avaliarmos melhor as escolhas que fazemos, em quem votamos e depois cobrar dessas pessoas, ou de nós mesmos? Até quando a gente vai ficar de braços cruzados?

Aí eu acabei me lembrande uma música muito boa sobre o tema e gostaria que vocês prestassem atenção na letra:

Agora sim, podemos considerar um post musical.

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