Marca de cabeceira

5 jan

Oi, gente! Tudo bem?

Ontem, após o post do Morrocanoi, fiquei pensando na questão de marca. Mas não aquela história de como somos influenciados pela propaganda de algum produto ou serviço, e sim o fato de nos apegarmos à alguma, seja de forma consciente ou não. Fui analisar se eu tinha algum caso assim e notei que eu tenho uma “marca de cabeceira”:

Imagem: Reprodução

Acho que não sei dizer quando foi que usei algo Dove pela primeira vez. Me lembro que tudo começou pelo sabonete, na época até meio de luxo, porque era bem mais caro que os outros (de certa forma continua sendo) e eles vieram com a campanha da Real Beleza, muito boa, por sinal. Mas no primeiro banho já senti a diferença: nada de pele repuxando, mãos ressecadas, cheiro de soda… pronto, adotei.

Já experimentei a linha inteira: baby, esfoliante, verão, com pepino… e acabo voltando ao tradicional (só me falta testar os líquidos). Eu sei que é mais caro que os outros, que ele tem desmanchado mais cedo, porém sabem quando ele já faz parte da sua vida? Hoje ao usar outro, sinto a pele ficar áspera na hora.

O segundo item que usei foi linha para cabelo, acho que comecei pelo de fios cacheados, para oferecer hidratação, depois fui para os seco, aí o shampoo tradicional,anti-queda e reparação intensa, sendo esse último o que melhor me adaptei, a ponto de testar a linha completa (shampoo, condicionador, máscara e leave in, ainda na época da embalagem azul escura) com e sem sal.

Meu último item adotado é o desodorante, tanto roll on quanto aerosol. Até uso outros, mas o Dove tradicional (ou o anti-manchas) sempre voltam à minha penteadeira e bolsa. Agora estou de olho nas linhas novas, com óleo de argan e pós-progressiva. Se eu fiz tudo isso de propósito? Não mesmo. Na verdade foi aquela coisa de testar uma vez e não me ver mais sem eles, hoje a linha Dove é uma das poucas que dão certo em mim. Por isso que acho tão estranho o povo reclamar tanto, em mim funciona.

Depois de levantar todos esses dados na minha memória (e não foi fácil, uma vez que ela armazena pouquíssimas coisas) vi que não há uma outra marca que eu seja tão apegada involuntariamente. Usei muita coisa da Avon e Natura, mas comprei sabendo, assim como Eyeko, Hits, Risqué, Impala, Colorama, M.A.C e agora Melissa (não tenho vergonha mesmo, uma quase tiazinha de Melissa! E nem me importo!).

E aí queria saber de vocês: há alguma marca ou empresa que vocês tenham se apegado, sem saber? Como foi? E hoje, qual é a relação entre vocês? Como se sente ao usar produtos dos concorrentes? Só comigo que acontece isso?

PS: Isso NÃO é um publieditorial. A Unilever e a Dove sequer sabem da minha existência. Fiz pela questão de apego emocional com marcas mesmo.

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