Especial SPFW – O que fazer e não fazer

26 jan

Oi, gente! Voltei.

Fiquei na dúvida se fazia ou não esse post porque eu não sou a pessoa mais entendida do assunto e no fundo, quem sou eu para te dizer o que fazer ou não? Aí fiquei matutando e resolvi dar dicas de outros pontos da SPFW. Vamos lá:

Imagem: Reprodução

O que é: A São Paulo Fashion Week é um evento de moda, que dura quase uma semana e acontece duas vezes ao ano: em janeiro e julho. No primeiro deles, vemos o que será usado no inverno e no segundo, as roupas para verão. A SPFW está em sua 32ª edição e desde que cresceu e passou a ser mais reconhecida, ocorre na Bienal do Ibirapuera (avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº, Ibirapuera, São Paulo).

Esse ano o evento teve início no dia 19/01 e acabou em 24/01, com desfiles de diversos estilistas e marcas importantes, como Ellus, Reinaldo Lourenço, Mário Queiroz, Amapô, Colcci e outras. Modelos e celebridades dividem o mesmo espaço, o que pode ser bom ou ruim, né?

– Como ir: Fica aqui mais um pedido às autoridades: DÁ PARA LEVAR LOGO O METRÔ ATÉ O IBIRAPUERA? Porque não há metrô na região. Os convites já informam para as pessoas irem de táxi, mas eu também recomendo ir de ônibus. Se puder, evite mesmo o carro, estacionamento é caro e difícil. Os ônibus não entram no parque, é necessário ir até próximo ao Obelisco (na avenida Pedro Álvares Cabral) para encontrar um ponto.

A dica legal é pegar alguma condução que vá até a Paulista, já que a estação mais próxima é a Brigadeiro e é um veículo rápido e eficiente. A maneira mais fácil de se fazer isso é ir pela avenida Brigadeiro Luís Antonio, mas não aconselho tentar subir a via porque é enorme e cansativa (é aquela famosa Brigadeiro matadora da São Silvestre).

Sábado saí da Bienal perto das 21h30, com muita chuva, então peguei um táxi até o metrô. A corrida deu R$ 20,00, então nem ficou caro. Aliás, leve dinheiro, nem todo táxi alí tem máquina para cartão, ok?

– Que horas chegar: depende. Se você irá só visitar os lounges, aconselho chegar a partir das 14h, assim fica mais para a frente nas filas. Se irá assistir aos desfiles, aconselho chegar ao menos meia hora antes, para poder entrar tranquilamente;

– Como entrar: na SPFW você só pode entrar com convite, dado por alguma empresa. São dois tipos: os dos lounges e os dos desfiles e se você tem um, não recebe o outro, a menos que seja alguém muito importante ou estratégico. Mas sempre há aqueles que conhecem alguém e os colocam para dentro do desfile. Aí vale a sorte, caruda e QI;

– Os desfiles: alguns estilistas mostram suas peças fora da Bienal. Esse ano o Reinaldo Lourenço apresentou sua coleção na FAAP, em São Paulo, a Cavaleira já tem tradição em fazer seu evento na estação da Luz. Senão, é tudo na mesma sala, escura e beeeem gelada, com uma passarela não muito grande ao centro e ao menos quatro fileiras de cadeiras aos lados, organizadas como arquibancadas.

Aliás, os lugares são marcados e indicados a dedo, o que significa que na primeira fila só terá os “VIPs dos VIPs” e lá atrás, os “normais”. Pode fotografar enquanto as roupas são apresentadas, mas tudo é tão rápido que dificilmente você fará uma foto que não saia tremida, até porque não é permitido ficar levantando e se mexendo. Cada desfile leva cerca de meia hora ou quarenta minutos, sem contar atrasos que são bem comuns. Após eles acabarem, há um intervalo para arrumar o cenário da próxima atração.

Se você não for convidado, pode assistir aos desfiles por um telão na Bienal. Esse ano era do lounge do Boticário e é muito confortável, cheio de almofadas e espaço.

– Comida e bebida: como era de se esperar, tudo é muuuuuito caro na SPFW. Há alguns restaurantes e bares, mas você começa a entender o motivo de as modelos serem tão magras. hahaahha Havia um restaurante do Salad Creations ao lado do lounge do Boticário, só com comidas naturais.

Tudo muito bonito, mas com preços nada amigos: água a R$ 3,00, suco a R$ 7,00, salada a R$ 22,00 e temaki a R$ 25,00. Dói, né? Eles aceitavam cartões também. Me parece que os valores não eram tão absurdos em um outro local, no piso do lounge da Melissa, mas não fui checar. Eu só tomei um suco e parei;

– Souveniers: há uma loja ao lado do lounge da Melissa, onde comprei os esmaltes da Risqué. Lá você podia encontrar muita coisa de papelaria e decoração, sempre lindos, mas novamente, caros. A ponto de um Moleskine custar R$ 65,00, capice? Pois é, nem preciso falar que só trouxe os esmaltes mesmo.;hehehehe

– O que usar: tem gente de todas as formas, cores, mentes… então é muito aberto para a criatividade. Aconselho a ir de sapatos confortáveis, porque você irá andar bastante e ficar muito tempo de pé em filas, portanto a menos que esteja acostumada, deixe em casa os saltos. Aliás, aproveite para deixar pré-conceitos e preconceito também, porque você irá ver gente com estilos bem peculiares.

– Pessoas: já que mencionei isso no tópico anterior, aviso que vai sim ter gente com cara de nojinho, alguns esnobes e pseudo-celebridades que se acham. Ao mesmo tempo, muita gente é simpática e educada, com destaque para o pessoal da Risqué e Boticário.

Ufa, acho que é isso. Ficou enorme, né? Espero ter ajudado tanto aos curiosos como também quem pretende ir em algum desses eventos. Vale a pena, viu?

2 Respostas para “Especial SPFW – O que fazer e não fazer”

  1. Fernanda Venancio 26/01/2012 às 18:59 #

    Adoreiiiii Cá!!!
    Muito bom, vale como um bom guia!!!

    Bjossss
    Fe
    o-babado.blogspot.com

    • Carla Jaróla 27/01/2012 às 23:14 #

      A gente lê e escuta tanta coisa, mas esses detalhezinhos que são tão importantes, ninguém fala, né?

      É sempre bom saber dessas coisas.

      Beijos!

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