Update – Livros que eu li em 2013

30 dez

Oi, gente! Tudo bem?

Como última sugestão de leitura do ano, resolvi que, ao invés de apresentar lançamentos de livros, era a hora de mostrar o que li esse ano e achei interessante. Muitos dos títulos que estarão aqui já foram sugeridos anteriormente e por isso mesmo, decidi não focar na sinopse da obra e sim em minhas opiniões como leitora mesmo.

Confuso? Nem tanto, é mais o que eu achei de x, y ou z. Às vezes é bom termos o ponto de vista de quem está do outro lado, acho que nos aproxima das pessoas e não fica algo tão frio como uma mera resenha, né?

Então vamos lá, meus Top 5 da literatura em 2013 foram (não há ordem de melhor e pior, até porque são bem diferentes entre si):

01 - Livros

Viram como não dá para comparar? Temos suspenses, biografias, drama, ficção… Ou seja, para todos os gostos, inclusive o meu, que lê até bula de remédio e quando pega um livro que gosta, não o larga até ler as últimas linhas. Compulsiva? Que nada, imagina… Hahahaha

Mas vamos começar com dois títulos que estão nas listas dos best sellers e pertencem ao mesmo autor: Dan Brown.

02 - Livros

Contei AQUI quando comprei tanto “O Símbolo Perdido” como “Inferno” e estava enrolando para começar a leitura porque sei que, quando os pego, fico tão envolvida na história que só volto à vida real ao ler a última linha do agradecimento! Hahahaha

Normalmente prefiro ler as versões ilustradas, como no caso do livro da esquerda, porque o Dan Brown mistura ficção, história, arte e cultura. Isso significa aprender mais sobre os monumentos e locais históricos ao redor do mundo, então às vezes sinto falta de ver as fotos e ter noção do que ele escreve. Impossível de ler sem ser dessa forma? De jeito nenhum!

No caso do “O Símbolo Perdido” (meu predileto entre os dois), temos o sistema clássico dos livros de Brown: há a descrição de um cenário e em seguida o anti-herói Robert Langdom é levado até ele, onde começa a desvendar um crime, percorrendo locais históricos da cidade (nesse caso, a região do Capitólio, nos Estados Unidos). Preparem-se para reviravoltas, aflições, suspenses e bastante ciência nessa obra. E provavelmente você jamais verá os famosos monumentos americanos da mesma forma que anteriormente.

Já em “Inferno” temos algo inédito do autor: aqui o famoso professor de simbologia da Universidade de Harvard, acorda em um hospital na Itália, sem parte da memória e é o principal suspeito de um crime. Essa é a forma que o livro começa, já no meio da tensão.

Acho que gostei desse novo método de Dan Brown, mas acredito que em seu método tradicional a história é melhor desenvolvida. Em Inferno, fui acompanhando as imagens pelo Google e vi que muita gente fez o mesmo, então um clique te leva ao outro, sabe? Também penso que esse foi o único dos livros do escritor em que o protagonista visita mais de um país, para desvendar o crime.

Gostei dos dois, agora quero ver se os outros livros do autor, que não trazem Langdom como personagem principal, são tão bons quanto. Alguém já leu Ponto de Impacto e Fortaleza Digital para me dizer? Ah, se você nunca leu as aventuras do acadêmico, não se sentirá perdido se começar por Inferno, por exemplo.

03 - Livros

Quando fui ao Monsters of Rock havia acabado de ler a biografia do Steven Tyler: o Barulho na minha cabeça te incomoda?, que ganhei no natal de 2012. Demorei para começar porque na época tinha outros na fila, mas depois que comecei, não parei.

O mais legal desse livro é que ele foi feito pelo próprio líder do Aerosmith, ou seja, longe de ser “chapa branca”. Ele não segue corretamente uma ordem cronológica, conta a sua versão dos fatos, não dispensa os palavrões e escancara sua relação com as drogas e as inúmeras mulheres que passaram por sua vida.

Em momento algum ele se faz de vítima ou coitadinho. Às vezes você até fica com raiva dele ou dos outros integrantes da banda, mas logo o próprio Tyler manda todo mundo para aquele lugar e você vê que nem ele mesmo se importa. Cheio de ironias, com uma escrita que parece um bate papo com o autor, a biografia me mostrou muito sobre o que o vocalista de fato é e como a fama trata seus “pupilos”.

Por isso, ao ver o show, entendi o que Steven Tyler diz ao longo do livro: no palco o Aerosmith se torna grande, esmagador e seus integrantes, um bloco unido e feliz, que deixa seus percalços para trás e faz o que mais gosta: tocar um bom rock ‘n roll.

04 - Livros

Meio que na mesma época da biografia, passei a ler “Bling Ring – A Gangue de Hollywood”. Até comentei AQUI quando comecei a leitura, lembram? Não sei se eu criei muita expectativa porque na época se falava muito dele, mas acho que me frustrei um pouco com esse livro.

Não que ele seja ruim, longe disso. Gostei do fato da autora realmente acompanhar de perto a vida dos adolescentes, dar ouvidos a cada um deles, assim como seus advogados, representantes, agentes, empresários, familiares e afins. Mas senti falta de respostas. Fiquei esperando saber o real motivo dos jovens terem partido para o lado da criminalidade, que foi pouco explorado pela escritora.

Digo, ela planta as perguntas, mas não conclui, nem traz respostas, sabem? Podia ter um embasamento maior que os relatos, ainda mais vistos em boa parte por somente um dos envolvidos. Talvez o livro explore mais esse lado, até porque a diretora (Sofia Coppola) gosta de abordar aspectos que nem sempre são mostrados em Hollywood.

05 - LivrosO último livro que li até o final em 2013 foi o best seller “A Culpa é das Estrelas”. Ganhei de amigo secreto no domingo, dia 22 e na noite do dia 24, já o havia acabado. Ele é fininho, fácil de ler, com uma diagramação limpa e agradável, então você o pega e não o solta mais.

Além disso, a história agrada bastante. Ao contrário de outras pessoas, eu não me emocionei a ponto de chorar e achar que ele é o mais emocionante de todos os livros que já li. Na verdade, o considero até meio adolescente demais, mas talvez seja de propósito (fiquei curiosa para saber se outras obras de John Green são assim).

Gostei muito do autor narrar o livro pelo ponto de vista da protagonista, uma menina de 18 anos que reclama, xinga, tem suas incertezas e crises. Ok que acho que ela tem um vocabulário adulto demais para a proposta, porém isso pode ser implicância de leitor chato, certo?

Em geral, acredito que “A Culpa É das Estrelas” justifica sua posição nas listas dos mais vendidos: emociona, diverte, educa e envolve, ao mesmo tempo em que mantém os pés no chão. E como avisado pelo próprio autor, não deve ser levado totalmente à sério, por ser ficção. Mas é inegável que a gente não seja tocado pelo romance e drama vividos por Gus e Hazel.

Ainda tenho 5 livros para ler (já comecei o próximo) e devo lembrar que 2014 tem Bienal, ou seja, falência da Carla. Minha wish list só aumenta… E a sua? Tem alguma obra que você queira ler esse ano?

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