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Sobre o branco criativo

3 jan

Oi, gente! Voltei.

Ontem, logo após o post de agradecimento, fiquei olhando aquelas estatísticas e pensando “poxa, para um blog de 2 anos (completamos hoje! Yeeeey!) e eu escrevendo diariamente, ainda temos um número muito pequeno de postagens”. Eu disse para vocês que sou perfeccionista, né? Estava demorando para encafifar com algo… hehehe

Aí comecei a analisar o motivo de eu não ter mantido a minha meta de 2 posts diários e minha conclusão foi essa:

Imagem: Reprodução

O Branco Criativo tem me visitado com uma certa frequência desde aproximadamente abril do ano passado, mesma época em que eu mudei de emprego. Então além da correria que ganho cada vez que começo em um trabalho, eu deixo de ser uma pessoa tão criativa. hahahaha

Hoje mesmo, antes desse post, fiquei olhando um bom tempo para a tela, sem saber o que escrever. Acho errado ser Control C + Control V de outros blogs, ou mesmo de releases porque afinal não fiz jornalismo à toa. Quando as assessorias enviam material, eu reproduzo, mas ao menos faço uma introdução (uuui) aqui.

Então quando vocês pereceberem um post só aqui ou textos bem curtos, não pensem que é preguiça minha (ela existe às vezes, mas não me impede). Culpem o Branco Criativo, ele sim me vence. Como hoje.

Amanhã eu volto, espero que com assunto também. heheheh Enquanto isso, que tal contar como vocês lidam com esse branco? E o que fazem nessa hora? Que tal também nos indicar seus posts prediletos nesses dois aninhos de Boyish ‘N Girly?

Um agradecimento

30 dez

Oi, gente! Voltei!

Hoje eu quero aproveitar que o ano se encerra, amanhã estaremos todos ocupados nos preparando para a virada e agradecer. Tive um ano que, de longe, foi diferente de qualquer outro e muito disso se deve a você, leitor(a) que passou por aqui.

Te agradeço pelo tempo que você passou lendo meus posts bobos;

Agradeço por ter acompanhado esse humilde bloguinho, mesmo quando eu não o atualizei por falta de tempo;

Agradeço por ter sido paciente e esperado eu responder seu comentário;

Agradeço por ter concordado ou não comigo;

Agradeço por ter rido, chorado, pensado, falado após minhas palavras;

Agradeço pela torcida nos meus momentos ruins (e foram vários);

Agradeço ao leitor que não disse nada, mas leu tudo;

Agradeço aquele que me criticou e xingou, porque reclamações fazem a gente ficar mais forte e humilde;

Agradeço aqueles que indicaram o Boyish ‘N Girly para outras pessoas;

Agradeço os que acataram as indicações e vieram aqui;

Agradeço a cada comentário deixado, não fazia idéia que meu bloguinho era lido no sul e no norte! Me anima e muito a continuar;

Agradeço às blogueiras que linkaram meu blog aos seus;

Agradeço às blogueiras que responderam minhas dúvidas, autorizaram o uso de links e imagens (para mim já somos amigas);

Agradeço às distribuidoras de filmes que me mandam releases e materiais;

Agradeço às assessorias que, muito pacientemente, me respondem e ajudam (sei como é estar onde vocês estão, fora daqui eu também sou assessora);

Agradeço àquelas que nunca me responderam, vocês me motivam a continuar tentando;

Agradeço aos meus pais, irmã, sobrinha e familiares, pela paciência, apoio, sugestões e críticas;

Agradeço aos meus colaboradores, pelos ótimos textos, vontade e companheirismo;

Agradeço aos meus amigos, por entenderem que eu não os abandonei em 2011, só mudei os horários;

E principalmente, agradeço a Deus pela oportunidade de me expressar, de ter quem leia, de saber lidar com adversidades e mais, aprender a cada dia que passa.

Aproveite e faça você também sua listinha de agradecimento. Mas faça de coração, mesmo que seu ano não tenha sido o melhor, saiba que as dificuldades aparecem para que a gente veja como somos fortes

Encare esse reveillón como a chance de abrir um livro em branco e escrever sua história em cada página, tudo novo, fresquinho. Se quer mudar de emprego, batalhe mesmo para isso; se quer arrumar alguém, se valorize, você é tão bom quanto todo mundo lá fora; se quer melhorar de saúde, comece a cuidar de si (minha avó fala que o que é feito dia 01/01, é repetido o ano inteiro, logo…).

O fato é não usar a data como um motivo para só usar roupa bonita, fazer simpatia e encher a cara. O que você quer em 2012? E o que te impede? O que você pode fazer para conseguir? Se você já sabe a resposta, vá em frente. Caso ela ainda não tenha chegado, encontre-a dentro de si.

Comemore muito, mas por algo novo que virá. E por você! Um Feliz Ano Novo!

Vem logo, 2012!

Ho Ho Ho!

23 dez

Oi, gente! Tudo bem?

Não sei se conseguirei passar aqui amanhã, então aproveito o tempo de hoje para te desejar um Feliz Natal!

Créditos: Nick Mancini e Baixaki

Que essa data seja tão especial para vocês como é para mim. Eu adoro o natal porque é quando todos nos reunimos para rir, conversar, desejar coisas boas uns aos outros… acompanhado de comida porque né, italiano é assim, capice?

Independente da sua reiligão ou escolha, aproveite essa data para criar um senso de renascimento. Doe os objetos que você não utiliza, jogue fora sentimentos que só te tragam dor e tristeza, ajude alguém, aproveite para ver a beleza da cidade decorada, com os olhos de uma criança.

Se você não terá com quem passar a data, vá a um orfanato, abrigo, asilo… tem sempre alguém precisando de um abraço, de carinho. Ou ligue para aquela pessoa que você adora, mas há tempos não a vê e recrie o laço afetivo.

Aproveite para ajudar na cozinha, decore sua casa, descanse, mas faça tudo de coração aberto, sem mágoas ou ressentimentos. Use a alegria para atrair alegria, o amor para trazer o amor. Se você tem alguma religião, reze/ore. Não por você, mas pelas outras pessoas, principalmente aquelas que não têm com quem contar. Aproveite para desejar paz, amor e saúde para todos e que a luz do natal ilumine o coração de todos.

E eu te desejo o melhor natal da sua vida, simplesmente porque será seu. Aproveite! Muitas felicidades, paz, amor, sucesso e luz. Que essa data tão importante e significativa te inspire a fazer o melhor sempre, seja em 2012, 2020, 2050…

UM FELIZ NATAL!

Momento Desabafo: A falta de sensibilidade no shopping

21 nov

Oi gente, voltei.

Como vocês sabem, estou desde o dia 09/11 de “castigo” em casa, devido a uma fratura no pé esquerdo, causada por fazer parte do trajeto de ida e volta do trabalho caminhando. Enfim, nem me lamentando ou coisa do tipo, talvez essa semana já seja liberada pelo médico.

Sábado resolvi dar uma volta no shopping novo de São Caetano do Sul, junto da minha irmã, meu cunhado e minha sobrinha. Como seria complicado andar de muletas em um local maior e cheio, tivemos a idéia de usar uma cadeira/scooter oferecida pelo local, dessas aqui:

Créditos: Seat Mobile do Brasil

No carro "de passeio"

Então comecei a reparar em algumas coisas. A primeira é a falta de respeito com o cadeirante e digo isso em atitudes bem simples. Por exemplo: meu cunhado estacionou, com a permissão do shopping, em uma vaga para pessoas de mobilidade reduzida. Eu tinha que atravessar uma “rua”, até chegar a rampa de acesso. Perfeito…. se no meio do caminho, bem onde passavam vários carros, não houvessem aquelas tartarugas de trânsito.

Vamos lembrar que essas cadeiras/scooters alcançam uma velocidade média de 08 km/h, o que já me deixou com certo medo de ser atropelada por um motorista mais distraído ou afoito. Segundo: seria melhor colocar marcações no chão que não fossem altas, sem ter espaço para o veículo em que eu estava passar sem tremer/ bater nos obstáculos. E sou cara de pau sem medo, passei por cima, mas e se fosse uma pessoa menos “aventureira”? E no caso de idosos ou deficientes visuais? Até porque não havia como alguém empurrar a cadeira para mim.

Primeira dificuldade vencida, cheguei à rampa (que na boa, mal cabia uma cadeira de rodas e um carrinho de bebê lado a lado, imaginem um em cada direção ao mesmo tempo, além de pedestres). Consegui subir com facilidade e entrei no prédio… todo com escada rolante que, claro, não comporta veículos.

Fomos ao elevador e descobrimos que se fôssemos os 5 (contando com minha sobrinha já no carrinho), não seria possível entrar mais ninguém. Poxa, kd o respeito? Da mesma forma que a escada rolante pode funcionar mais rápido e levar mais gente, o elevador também deveria, não? Além disso, o mesmo só ia para o próximo piso, sendo que o shopping possui 3 pavimentos. Pseudo-construtores, já ouviram falar de lógica? Nexo?

Cheguei no piso de cima e na hora de sair, outro caos: gente, sério, as pessoas não têm um pingo de respeito com quem anda em cadeira de rodas. Vi gente dando passagem para os carrinhos de bebê, além de sorrirem para as crianças, mas circulando desesperadamente na minha frente ou bloqueando a porta do elevador, impedindo que eu saísse.

E não falo de idosos, gestantes, outras pessoas com algum tipo de mobilidade reduzida, que precisassem daquela locomoção específica. Digo de jovens, adolescentes, casais… com escadas a 10 segundos dalí, mas preferindo esperar dois minutos, para não andarem. Ok, concordo com a liberdade de escolha, só que então respeitem quem já está no espaço!

Tirando esses casos, até que fui levando com certa facilidade, peço licença, agradeço (afinal, mammys e pappys me ensinaram a ter educação e bons modos), às vezes forço a barra, já que Semancol é algo como opcional de fábrica… aí chega o outro desafio: ser notada, mas sem receber olhares de “ah coitadinha”, porque afinal não estou doente, nem morri, só convivo com um pé temporariamente imobilizado, certo?

As pessoas andam olhando as vitrines e entre si, mas sem o bom senso de olhar para baixo e verem se não tropeçam em uma criança, um carrinho, se não atrapalham a circulação… Sou pedestre, adoro passear, mas também dirijo. Então entendo que se não quero impedir o fluxo, devo ficar na direita e facilitar a vida alheia, certo?

Errado para grande parte das pessoas. Elas enxergam o carrinho vindo, mas não saem de seus lugares. VOCÊ que se vire, se entorte, espere e passe depois, SE conseguir. Cada “esquina” dos corredores era um tormento, ninguém olha para os lados, todo mundo te ignora, te empurram e estreitam seu caminho, até você não ter como seguir.

Descobrimos que para ir ao último piso do shopping, era necessário pegar o elevador panorâmico, NO MEIO da praça de alimentação. Ok, vamos lá… e para passar pelo Mc Donald’s (nada contra a rede de fast food, só para esclarecer)? Minha sorte é que meu cunhado é tão cara de pau quanto eu, ele foi na frente, com o carrinho da bebê para abrir caminho, eu no meio e minha irmã atrás, com a filha no colo. Porque se eu fosse tentar a área onde ficam as mesas, entalaria, era estreita demais para a scooter.

Por fim, cheguei ao elevador, tendo que ser chata e rápida, cortando gente mesmo. E descubro que dos dois, somente um funciona. Hellooooo! Um equipamento um pouco maior (cabendo a cadeira, dois carrinhos de bebê e dois adultos normais), na região central da praça de alimentação, em plena noite de sábado, shopping novo, cheio, época de fim de ano… e só UM funciona? Kd a coerência?

No final deu tudo certo mas fiquei pensando que se em um shopping de classe alta, onde teoricamente tudo é mais organizado, esses “pequenos” empecilhos já são bem revoltantes, quem dirá nas ruas. Quanto será que um cadeirante, idoso, gestante sofre diariamente? Acessibilidade é mesmo só rampa (estreita) e faixas pintadas? Será que muitas vezes nós não os tratamos de forma indiferente, mesmo sem querer? E onde foi parar o bom senso, a educação e a delicadeza?

Desculpa o desabafo enorme, porém achei bem interessante contar aqui o que vi hoje (e eu sou uma pessoa que sabe o significado de respeito) , mesmo só com um pé engessado, o que milhões de pessoas vivem diariamente. Queria ouvir a opinião de vocês… já viveram algo do tipo? Ou viram? Como vocês agem?

Hoje é dia dela, a melhor irmã ever!

22 set

Oi gente, tudo bem?

Anteontem falei aqui do meu pai e do quanto ele é importante para mim. Hoje escrevo de outra pessoa, tão marcante quanto: minha irmã.

Ela e eu

A Camila é um ano e meio mais velha que eu, mas somos tão próximas que nem parece. Já brigamos muitas vezes, discutimos outras tantas, porém não conseguimos ficar longe uma da outra.

Às vezes era difícil ter a atenção que ela recebia, então fui pelas beiradas e com isso desenvolvi minha personalidade e jogo de cintura. Ainda assim, quando eu precisava, era para ela que eu corria.

Foi assim com o primeiro beijo, o primeiro namoro terminado, as novas conquistas e decepções… e ela pacientemente me escuta, entende, opina e ensina algo novo.

Aí ela se casou, foi para sua própria casa e eu me afundei no trabalho para disfarçar as saudades. E há 5 meses ela trouxe o ser mais fofo e que mais amo hoje: minha sobrinha e afilhada, Giovanna.

Hoje a Camila faz aniversário (pois é, ô família que ama o mês de setembro!) e eu tento mostrar aqui o quanto ela é importante para mim. Só que as palavras faltam, sabe? Como dizer algo para quem é tudo para nós, quando todas as palavras parecem pouco?

Eu sei que ela vai ler esse post e talvez até se emocionar (eu sei que os olhinhos encheram de lágrimas agora), mas é isso mesmo. Você é a melhor irmã que eu poderia ter, quem eu agradeço todos os dias por estar ao meu lado. E que a gente possa passar mais anos e anos juntas, rindo, chorando, brigando, fazendo as pazes, como irmãs sempre fazem!

Parabéns, Pai!

20 set

Oi gente, tudo bem?

Hoje vou interromper um pouquinho os posts de make para homenagear uma das pessoas mais importantes da minha vida: meu pai! Pois é, senhor Jair, você mesmo!

Foto histórica: eu com dias de vida, pai e minha irmã, de pé

É complicado eu falar dele sem me emocionar. Difícil não saber um momento em que ele não esteve ao meu lado: no nascimento, primeiros passos, apresentações de ballet, festinhas, levar e buscar de milhões de lugares… e nas horas ruins também, era ele quem estava comigo quando minha avó se foi, na primeira vez que bateram em meu carro (aliás, nesse dia ele virou monstro, me defendeu mesmo!), minhas crises sentimentalóides por falta de emprego…

Quem não conhece meu pai o julga como sério, fechado, bravo. Mas eu sei que ele não é nada disso. Um pouco tímido, talvez. Mas de senso de humor ácido e único, alguém que sabe o que é ética e a pratica, que me ensinou a não passar por cima de ninguém, a ser justa, saber esperar, não brigar à toa, a evitar discussões desnecessárias.

Quantas vezes me lembro dele chegar em casa do trabalho, cansado, e ainda me explicar juros simples e compostos ou o tal do positivo e negativo em matemática? Que me ensinou a lidar com dinheiro (e a poupar) jogando Banco Imobiliário, que saiu comigo para ver carro e ainda conversa sobre o assunto.

Falar que eu amo meu pai é muito pouco, quase nada. O que sinto por ele é mais que isso, é respeito, admiração, adoração e amor também. Esse post é mínimo para demonstrar todo meu sentimento.

Espero que um dia eu consiga ser 10% do que ele é e deixá-lo orgulhoso. Então hoje fica aqui uma pequena homenagenzinha a esse senhorzinho tímido que é tão importante para mim, mesmo que ele sempre se esqueça de ler o blog! hehehe

E agora com licença que vou lá abraçar meu pai, dar muitos beijos e parabéns! Aproveite e faça isso com o seu também, hoje, amanhã e depois.

Correios e seu (de)serviço

5 jul

Oi gente, voltei.

Esses dias falei aqui de comprinhas, vira e mexe recomendo lojas, mas ontem me surpreendi com uma matéria na Uol, onde mostrava o descaso dos nossos Correios com as mercadorias que teoricamente são enviadas para você e para mim também.

Caso não saiba do que falo, é só clicar AQUI. Acaba também me lembrando de uma outra reportagem, dessa vez no IG, na qual carteiros do Rio Grande do Sul simplesmente abriam, liam e destruíam correspondências para se livrar do trabalho (sim, é verdade, está AQUI).

Fiquei pensando que realmente estamos na era do Jaiminho, lembra dele? Aquele do “Quero evitar a fadiga…”:

Créditos: chavesweb.com

Vale ainda lembrar desse vídeo AQUI. Não sei como está a situação dela hoje, mas creio que o processo ainda esteja correndo. Falei tudo isso porque sempre confiei muito na empresa, porém ultimamente tudo mostra que mudou. Não quero jogar a culpa nos carteiros, porque ao menos os que fazem as entregas aqui em casa são muito legais.

A questão é o serviço mesmo, sabem? Quando fui lá para o Rio ver o show do Paul McCartney fui muitíssimo bem recebida pelo Lucas e sua família e achei mais que justo enviar uma lembrancinha para eles, como forma de agradecimento.

Minha mãe faz pães de mel, então montamos uma caixinha com alguns e fui até o Correio despachar. Fiz questão de embrulhar direitinho e escrever “Frágil” em todos os lados da embalagem. Pois qual foi minha surpresa quando a atendente simplesmente jogou o pacote para outro lado.

Na hora reclamamos e dissemos que era algo perecível e delicado, portanto necessitava de cuidados. E ela nos respondeu que sendo frágil ou não a empresa trataria da mesma forma, pois não há diferença para eles. Ou seja, se você mandar uma bala ou um computador, itens de papel ou cristal, tanto faz, o problema é seu porque a empresa pouco se importa.

A minha sorte é que os pães de mel chegaram direito no Rio (ok, quase uma semana depois, mas era PAC, relevei) e antes de estragar, afinal são itens artesanais. Mas achei muita falta de respeito conosco, parece que fazem sem vontade alguma, como se nós os obrigássemos a trabalhar!

Por isso que me espantei quando a caixa da Amo Muito chegou tão rápido, mesmo sem ser Sedex. Tenho uma segunda embalagem, da Yes!, que pelas minhas contas e código de rastreio, deve chegar hoje aqui em casa.

Ah, vale lembrar que fazer reclamação via site é a mesma coisa que nada, já tentei pelo formulário e até pela ouvidoria dos Correios, em fevereiro… adivinha se a resposta chegou?

Já que tocamos nesse assunto, me contem: vocês também tiveram ou têm problemas com eles? Resolveram? Como? O que acham do serviço?

Vídeo: Cuidados Essenciais

30 jun

Oi gente, tudo bem?

Já tinha um tempinho que queria fazer esse post, mas fiquei com receio de parecer muito pessoal e pouco informativo. Acho que consegui deixar mais com cara de utilidade pública (a intenção é essa).

Quem me conhece pessoalmente sabe que sou altamente míope. Muito mesmo. E por enquanto não posso fazer a cirurgia corretora (hello Murhy, ainda te pego!), então vou seguindo usando óculos e lentes de contato.

Confesso que a armação que uso hoje já faz parte de mim e tem a manutenção fácil, com o disquinho gelatinoso tenho mais liberdade e conforto, até porque posso investir na maquiagem, usar óculos de sol e tudo mais.

Mas pela minha teimosia e vida corrida que levo, colocava as lentes às 07h da manhã e só as retirava perto da meia noite, ou seja, muito tempo com elas nos olhos. E com isso desenvolvi úlceras na córnea. Um certo dia meu olho ficou assim:

Créditos: Isoolhos.com.br

A vermelhidão não me incomodava, até porque sequer a sentia, mas vem acompanhada de coceira, ardência, fotofobia, lágrimas que não param de cair… Cheguei a um ponto que assistia às aulas na faculdade olhando para o chão ou de óculos escuros, o que no mínimo é falta de consideração com o professor, né?

Enfim, faço tratamento há uns 5 anos porque é longo e em várias ocasiões as úlceras voltaram quando minha oftalmo (excelente, por sinal, se alguém quiser a indico) começava a liberar o uso das lentes quando eu fosse em uma festa, entrevista de emprego ou situações do tipo. Fora isso é óculos o tempo todo.

Falei tudo isso porque estou novamente lidando com esse problema e daí veio a idéia do vídeo com algumas dicas de como atitudes simples podem nos ajudar a evitar infecções e males. Coisas que muitas vezes a gente só repara quando ganha um problema, como eu (não espero mesmo que alguém tenha isso).

Desconsiderem os “errrr” e “aaaaaammmm”, além da falta de maquiagem, ok? E por favor, se tiverem mais dicas e dúvidas, deixem aqui nos comentários, se eu souber responder, faço, senão procuro quem saiba. Para verem o vídeo é só clicarem AQUI.

Ah, para quem quiser saber mais sobre as úlceras, tem a explicação AQUI. Leitores (as) da área médica e nutricional, é verdade que semente de linhaça ajuda a reconstruir a córnea? Minha oftalmo me disse algo sobre isso uma vez… confere?

Virei Claudia ou uma Chata mesmo?

17 mar

Oi gente,

Fiquei enrolando para fazer esse post, mas acho legal compartilhar. Sexta estive no cabeleireiro e como sou uma devoradora de livros e revistas, aproveitei o tempo de espera para ler revistas.

Aí que peguei a NOVA desse mês, com a Ivete Sangalo na capa:

Foto da capa, tirada do site

A cantora é a capa e portanto, matéria principal da revista. Não sou fã da Ivete nem nada, mas admiro o lado sincero dela. Confesso que me assustei que a revista já estava mais fina esse mês (ok, havia tempo que eu não lia a Nova, mas quanto tempo faz que ficou tão fina?).

Outra coisa que me surpreendeu foi a entrevista com a cantora, muito bem resolvida quando se fala em beleza. Ivete tem quase 40 anos, um filho com um pouco mais de um aninho, casada, independente e leva toda uma equipe nas costas, principalmente na época de carnaval. Sempre foi conhecida por seu corpo bem definido e sua voz potente.

E mesmo assim ela se deu ao direito de engordar durante a gravidez e não se preocupar em perder os quilos adquiridos duas semanas após o parto. Achei isso tão legal porque mostra que ela é como nós, que queremos aproveitar o tempo livre para ficar com o filho, descansar… e está pouco se importando com a opinião alheia.

Isso de certa forma também me surpreendeu porque a NOVA é uma revista voltada para mulheres entre os 25 e 35 anos no máximo e sempre traz centenas de matérias e notas sobre perda de peso e estética. Então ter a capa dizendo que engordou 24 quilos, não perdeu tudo e sequer tinha tempo de passar creme nas pernas é bem diferente do que eles estão acostumados a publicar.

Mesmo sem nunca ter me identificado com o padrão e público da revista, me enchi de esperanças que talvez pudesse ter encontrado uma publicação que fosse a minha cara. Porém logo após a entrevista (simples, somente duas páginas e logo no início do sumário) com Ivete Sangalo, parece que tudo desmoronou.

Ok, é legal ler sobre novos equipamentos e tratamentos de beleza, moda e sexo, mas só isso? Comecei a ler a revista e percebi que as mulheres de NOVA infelizmente são carentes. Sim! Todas seguem o mesmo padrão: mulheres jovens, independentes, que têm carro novo mas não sabem nada sobre ele, de cabelos lisos com baby liss e olhão esfumado.

Nas matérias de sexo (maiores e com mais espaço que a entrevista de capa) notei que a leitora é tão carente que ela somente se preocupa se o seu parceiro sexual irá notar a nova estria na coxa ou que a obrigação da mulher é satisfazer seu homem sexualmente, mesmo que para isso seja necessário ela se tornar uma contorcionista.

Fiquei desapontada em ver que as perguntas feitas pelas leitoras são bem parecidas com as das adolescentes fãs da Capricho. Será que todas as mulheres são realmente tão vazias? Elas não se preocupam com seu futuro, com o mundo que querem deixar e com nenhuma causa mais relevante?

Vim para casa pensando nisso e tive a impressão que a leitora Capricho, ao chegar aos 18 anos e achar infantil falar do “gatinho”, pula para a NOVA e vira a expert sexual (afinal ela divide seu tempo entre beleza e sexo) para agradar “o gato”. Mas e depois? O que fazer com o vazio?

Enquanto isso a que lê a Gloss, por exemplo, tem idade universitária, trabalha, se diverte e planeja seu futuro. E ao chegar aos 25 anos se tornam leitoras precoces da Claudia. Essa sim se cuida, acompanha os filhos, mas quer um mundo melhor, tem atitude, quer saber o que será feito.

Então percebi que eu sou uma delas. Não porque sou esnobe e arrogante, mas porque eu sou mais que a embalagem, vou além da jovem bonita e que se cuida. Eu “penso”, entendem? Confesso que fiquei bem desapontada em ver a mulher de NOVA focada somente em si porque não é o que vemos aí fora.

Mas queria saber se eu sou a única que pensa assim. Qual é seu ponto de vista? Você se identifica com alguma revista? Concorda com minhas palavras?

Eyeko com Iniciativa pelo Japão

17 mar

Oi gente, tudo bem?

A gente fala aqui de beleza e comportamento, mas não podemos deixar de ver e ajudar quem precisa, né? Como temos acompanhado nos telejornais, o Japão vem sofrendo as consequências do forte terremoto e tsunami do último final de semana.

E aí que a gente pode, com uma iniciativa bem simples e pequena, ajudar. A Eyeko, aquela empresa de maquiagem fofa que sempre falo aqui está com uma idéia bem legal: eles irão fazer doações no valor de todas as comissões feitas essa semana, em nome das Embaixadoras da marca.

O que isso quer dizer? Você pode fazer suas compras e usar o meu código (E6898) que o mesmo valor que viria para mim, será doado para a recuperação do Japão e auxílio dos moradores de lá. Legal, né?

Essa promoção irá somente até o final dessa semana (horário de Londres), então essa é a chance de fazer as suas compras (aproveitem que o dólar está barato) e ajudar quem precisa.

Também vou disponibilizar o banner da empresa, com meu código de Embaixadora:

Eu já fiz a minha parte, e vc?