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Caixa da Bete: em busca do Cupcake perfeito

26 nov

“Cupcake nada mais é que um bolinho, porém nos dias de hoje é chique chamar dessa forma (apesar que eu acho que ultimamente está ‘americanizando’ tudo… Por isso, prefiro falar bolinho ao invés de cupcake e assim, evitar que quitutes como esse tenham o seu nome ‘americanizado’).

Provavelmente, você encontrará cupcakes ou bolinhos em todas as padarias, docerias e afins. A questão é encontrar ‘aquele’ cupcake ou bolinho cuja  massa é boa com recheio ou cobertura sensacional a um preço justo.

Ultimamente, eu tenho ‘caçado’ por um bom cupcake ou bolinho. E o que eu encontrei foram as ‘coisinha’ mais sem-vergonhas a um valor que não condizia a realidade do produto. Massa pesada, cobertura de ‘chocolate’ (na verdade, a versão hidrogenada, ou seja, gordura pura que gruda no céu da boca e deixa aquele ‘ranso’), recheio bem sem-vergonha (principalmente quando diz ser de brigadeiro caseiro e na verdade é aquele industrializado que tem gosto de tudo, menos gosto de brigadeiro. Sim, eu sou chata!).

Até ser convidada para colaborar com o blog, não anotei o nome dos lugares que vendiam esses cupcakes sem-vergonhas (como também outros recintos que deveriam alegrar a lombriga alheia e só trouxeram mágoa). Agora, eu anoto tudo, tiro foto e se for ruim, vou gongar (gongar = parecer negativo).

Eu e a Carla visitamos um pequeno quiosque de cupcakes (The Original Cupcake) no Shopping Center 3 (Avenida Paulista, perto do banco Safra). A príncipio ficamos encantadas com os mais variados bolinhos. A estética os tornava lindos e bem chamativos, principalmente no quesito cobertura. Como uma gorda inveterada, fiquei encantada por um bolinho de brigadeiro. Aos olhos dessa gorda que vos digita, era o bolinho mais lindo. Na verdade, além de bonito, tinha alto ‘sexy appeal gordístico’. Ele me seduziu e fui ‘obrigada’ a comprá-lo. Segundo a funcionária, a massa era feita de chocolate com recheio e cobertura de brigadeiro. A Carla ficou empolgada comr um bolinho de mousse de limão cuja aparência era ‘fofa’.

Compramos os nossos bolinhos, pedimos uma faquinha de plástico para dividi-los e… Não tinha faquinha de plástico, mas a funcionária nos ofereceu uma colher para dividir (oi?). Isso porque eu havia mencionado para ela que queria repartir ao meio…

Bom, pegamos os nossos bolinhos, fomos a uma mesa (que por sinal ficava bem pertinho de uma brigaderia bem interessante) e fizemos a divisão dos quitutes. Na hora de provar, deu uma mágoa… A massa (era gostosinha) lembra a receita do bolo Nega Maluca, o recheio recordava o de um brigadeiro de lata (não da marca famosa, ok? Não cito o nome da marca porque nem ganho comissão, mas a verdade seja dita, não acho esse brigadeiro industrializado gostoso. E falar bem de algo porque te pagaram sendo que, na verdade, você acha ruim, é a maior propaganda enganosa e não faria o menor sentido eu dar a minha humilde opinião). A cobertura idem.

O bolinho que a Carla escolheu também deu mágoa. Na hora em que parti o bolinho pensei ‘cadê o recheio? O gato deve ter comido..’. A massa do de mousse de limão lembra os que são vendidos em pacote no supermercado e que tem outro nome; o recheio era o trivial (leite condensado e suco de limão. Fácil de fazer); a cobertura, um merengue simples (clara em neve, com pouco açúcar e levemente dourada).

Cada um custa R$ 6,50. Não seria caro se fosse delicioso, mas valeu como experiência. O bolinho era gostosinho, mas não era maravilhoso, serve para sossegar a sua lombriga nos dias em que elas clamam por algo doce.

Já comi bolinhos cuja estética não eram lá essas coisas, porém a massa estava muito gostosa, o recheio surpreendente e o preço bem bacana. Daí você percebe que a estética do quitute pode surpreender positivamente ou negativamente. Eu achei gostosinho, porém não posso dizer algo como ‘Oh, my God!  Que doce espetacular!’ .

Aviso, há várias lojas dessas em vários shoppings. Porém, o meu parecer sobre o quitute só concerne ao lugar que citei e não estende aos demais loais, ok ? Pode ser que eu tenha mais sorte na outra unidade, certo?”

Dicas da Bete – YogoSubito

12 nov

“Dias quentes e abafados pedem algo bem resfrecante e leve. Pois bem, no dia em que estive no Subito, conheci algo que me fascinou: o Yogosub (que também pertence a rede Subito). Diferente de outros lugares que vendem o frozen iogurte, adorei o Yogosub (eu fui na loja que fica no Conjunto Nacional) por sua variedade de coberturas.

Segundo a loja, eles têm a versão diet, com baixas calorias e zero gordura (lembre-se as coberturas são calóricas. Se você não quer sair da linha, então nem pense em devorar um mega pote com um monte de caldas açucaradas e salpicadas com castanhas), além da natural, strawberry e blueberry e as mais variadas coberturas (frutas “in natura”, em calda, confeitos, caldas diversas e tudo mais para alegrar a criança que existe dentro de você).

 Já fui em lojas que vendem frozen iogurte e você paga um absurdo e mais absurdo ainda é quando você dá uma colherada em seu seu montinho de frozen e descobre uma enorme cratera de vácuo dentro dela. Ou seja, só fica a aparência de um monte, mas por dentro é oco! Raiva total! E eu paguei R$ 10,00 por aquele pote pequeno. Aposto que nem tinha 150 gramas de frozen, mas me cobraram como se tivesse 205. Esqueci o nome da loja para “gongar” até não poder mais e evitar que outras pessoas caiam na roubada que eu caí.

Bom, voltando ao Yogosub, pedi um “modesto” pote (o tamanho grande, para ser exata e segundo o que consta na plaquinha da loja, vem 400 gramas de sorvete; eu vi os funcionários pesarem os potes após colocarem o sorvete dentro deles), enquanto a Carla pediu o tamanho médio. Daí você escolhe quantos “tops” você quer adicionar ao seu frozen de iogurte (pode escolher até três tipos de coberturas. Meu objeitvo é colocar umas sete e se conseguir, aviso aqui). Como sou adepta de uma boa gordice, escolhi o frozen com strawberry e três coberturas (morangos picados, cerejas em calda e abacaxi), pagando R$ 15,00. Fiz a minha criança MUITO feliz!

O da Carla à esquerda e o meu, à direita

Passados dois dias, voltei na loja e escolhi o frozen natural (novamente de tamanho grande) e as três coberturas. Só que pedi as  três do mesmo sabor: cereja em calda (amei!). Confesso que não apreciei muito dessa vez porque achei o frozen natural mais ácido e azedinho e para quem gosta de algo assim, vale conferir.

Nessa loja, eles não levam o seu frozen na mesa, ok? Já vi pessoas fazerem o pedido, escolherem as coberturas e se dirigirem a mesa. Aí o atendente chama o pelo cliente e o mesmo faz “de conta” que não é com ele e fica aguardando que o funcionário leve até a mesa. Acontece que eles não o fazem e deixam o frozen no balcão se a pessoa não for buscar, tá? (isso eu vi, ok?) Então, quando forem para lá, peçam o seu frozen, escolham os seus “tops” e pegue no balcão, ok?!

Vale a pena conferir!

Dicas da Bete – Gordice day

5 nov

Oi, gente! Tudo bem?

Hoje começa uma nova tag no Boyish ‘n Girly: as Dicas da Bete. A Bete é uma super amiga minha há tempos, que se comunica como poucos e tem muito para contar. E um dos temas que ela mais conhece é culinária/ gastronomia. Aí que eu vinha pensando em dar dicas sobre o tema aqui, mas como eu não sou uma especialista, achei que seria mais correto abrir o espaço para quem entende, né?

Pois bem, a Bete e eu passamos meses sem nos vermos (coisas da vida), mas sempre nos falando virtualmente. Quando podemos, nos encontramos para colocar os assuntos em dia, com a companhia de muita comida boa, o que chamamos de Gordice Day. E na última vez que fizemos isso, minha amiga relatou no post de hoje, o primeiro de uma série (espero eu). Torço muito para que vocês gostem da Bete tanto quanto eu! Vamos lá:

“Um dos maiores prazeres nessa vida é comer (literalmente e não no termo pejorativo). E se esse prazer for acompanhado de uma conversa inteligente, esse prazer deve ser elevado a milésima potência.

 Pois bem, eu e a Carla fomos fazer o “Gordice Day” ou seja, tirar um dia para matar a saudade, colocar o papo em dia e comer tudo aquilo que desejamos sem medo de encarar a balança no dia seguinte.

 Nesse dia, a Carla perguntou se eu não queria ser colaboradora do blog e fiquei animada e aceitei (claro!). Antes de aceitar, perguntei para a Carla se a minha maneira de se expressar deveria ser formal ou da maneira como ela me conhece, ou seja, falar reto e direto, sem rodeios e com o sarcasmo que às vezes costumo usar. Ela deu carta branca e cá estou eu!

E na conversa que tive com a Carla, a minha colaboração não estará voltada apenas para indicar os lugares para praticar a gordice, mas também para comentar sobre os produtos e serviços que usei, gostei, detestei e quebrei a cara. É claro que em determinadas situações eu posso ter quebrado a cara enquanto outros, adoraram o serviço. O que vou relatar no blog serão as minhas experiências e de uma ou outra pessoa amiga na qual confio plenamente e sei que não estão de gozação nas experiências vividas.

Tem horas que eu acho que é muita prepotência da minha parte, mas pretendo fornecer receitas que aprendi com uma turma bacana de culinária.

Subito

Até então eu não conhecia o Subito, uma rede de restaurantes (tem em alguns shoppings e no Conjunto Nacional na região da Paulista). A Carla me levou para conhecer o restaurante que fica dentro do Conjunto Nacional. Ambiente simpático e atendimento bacana. Entre as sugestões do cardápio, a salada Rafael chamou a nossa atenção. De certa maneira, é um prato generoso (perto de algumas saladas que já comi e fiquei com raiva por ser tão muxiba) . Esse prato vem com iscas de frango empanadas, alface americana, rúcula, radíquio, salsão, tomate, batata e com molho à base de mel, laranja e mostarda. Eu fui premiada com uma batata meio mal cozida, tirando isso, o restante estava bom. É um prato leve com um molho bem suave e que sustenta o seu “corpitcho” por algumas horas.

Além de conversar e degustar da minha salada, eu prestava atenção nos pratos que eram servidos em outras mesas e todas pareciam ser generosas, sem contar o aspecto apetitoso que demonstravam.

É muito comum você pedir um prato porque a foto do cardápio atiçou a sua fome e quando o prato chega até você, vem aquela mágoa e depois a raiva. Ou seja, um prato bem “sem-vergonha” que custou caro e que não condiz com a realidade da foto. Por isso se faz necessário tirar fotos e postar (sem editar a imagem, ok? Porque não faria o menor sentido se eu as editasse) para mostrar como é a realidade dos pratos.

A salada… Apetitosa, não?

Meu prato de salada com uma garrafa de água bem gelada custou aproximadamente R$ 32,00. Ao contrário do que muitos restaurantes costumam fazer comigo, eles me deram o troco certinho, ou seja, se o valor é R$ 31,75, o restaurante não arredondou para cima. 🙂

Para quem quer desfrutar de uma boa conversa e com uma comida bacaninha num lugar simpático, vale a pena dar uma conferida!”

Para quem quer saber mais sobre o Subito, vale dar uma olhada no site deles. Até ir lá com a Bete, só conhecia o restaurante deles no Shopping Iguatemi de São Paulo, mas eles também têm unidades em outros locais. Ah, o YogoSubito também é uma delícia, mas isso é algo que a Bete pode contar melhor que eu em outros posts!