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Gordice de finde – Petiscos de pão de forma

13 jun

Oi, gente! Tudo bem?

Agora que acabou a euforia com o primeiro jogo da Copa, vamos fechar a semana de forma bem gorda. E rápida. E prática. E fácil. Essa semana resolvi “desenterrar” mais uma receita dos cadernos da minha mãe e fazer um petisco para comermos enquanto passava o jogo. E dá para todos fazermos, já que o nível de dificuldade é zero.

Olha o “monte” de coisas que você irá precisar:

  • Pão de forma (eu usei quase metade do pacote);
  • Maionese;
  • Ketchup (ou molho de tomate, se preferir, desde que ele fique mais pastoso e menos líquido);
  • Orégano (ou manjericão, se preferir).

Se você não gostar de maionese, não puder comer ou tiver alguma restrição, também pode trocar por requeijão cremoso, cream cheese, ricota… Veja que são produtos com textura mais cremosa, entende? Nada totalmente líquido. O resultado é esse:

01 - Gordice

Nessa foto de cima, já está tudo pronto. Abaixo, antes de ir ao forno (para que foco, né? Hahahahaha):

02 - Gordice

Vamos ao preparo “super complicado”. Eu usei o pão com a casca mesmo, mas nada te impede usar sem, tirar, trocar por aqueles com grãos… O que acho importante é que seja um que não quebre ou esfarele, senão vai desmanchar, ok? E cuidado com esses de fibras e afins, para não ficar muito seco.

Cortei as fatias ao meio e depois em pedaços menores, de forma aleatória mesmo. Do tamanho que fiz, usando quase metade da embalagem maior de pão de forma, deram 50 petiscos, então isso vai variar conforme seus “olhos”, ok?

Aí coloquei maionese por cima. Usei mais ou menos meia colher de café, mas novamente, vai variar conforme o freguês. Fiz o mesmo com o ketchup e por fim, salpiquei orégano.

Coloquei todos na assadeira e levei ao forno, sem pré-aquecer, untar ou qualquer coisa do tipo. Como eu sou a louca do fogo/ forno baixo, prefiro sempre fazer dessa forma para ter mais controle. Acho que os meus levaram uns 15 minutos para ficar pronto, a questão é ver que o pão fica durinho como uma torrada, porém sem tostar.

Outra forma de perceber é quando a maionese fica mais firme e amareladinha, sabem? Porém, esse é um ponto que não confio muito, porque isso pode acontecer por fora e não por dentro.

Carla, posso substituir o pão pela torrada pronta? Pode, só acho que a receita ficará mais cara, renderá menos e é mais difícil de cortar. Mas dá também. Eu gosto de servir bem quentinho mesmo, logo que sai do forno.

Sei que pode parecer algo bobo, mas já repararam que são esses pratos que quebram um bom galho? Ainda mais quando não temos tempo para preparar algo mais complexo, né? Vocês têm receitas como essa, ainda mais de petiscos? Que tal compartilharmos?

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Gordice de finde – Bolinho de Bolo

6 jun

Oi, gente! Tudo bem?

Chegamos a mais um final de semana, o que para mim significa dia de gordices! Hahahaha E a de hoje é para os fãs de doces, como eu. Vi a receita no programa da NaMaria Ana Maria Braga e como achei fácil e tranquila, reproduzi com minhas adaptações (também chamado “fiz com o que tinha”).

É algo bem prático, que rende pouquinho, mas dá para matar aquela vontade de doces. A sobremesa de hoje se chama Bolinho de Bolo e o original pode ser encontrado AQUI. Ói que gostoso:

01 - GordiceEu fiz assim:

Bolinho

  • 150g de bolo esfarelado (1 ½ xícara de chá) (usei aqueles prontos, de chocolate, dá quase metade da embalagem);
  • 2 gemas;
  • 1 colher (sopa) de creme de leite de caixinha (15 g);
  • 75g de açúcar (1/3 xícara de chá).
  • 250 ml de água (1 xícara de chá).

Calda

  • 1 colher (sopa) de margarina (15 g) (adivinhem? Usei a de tablete! hahahaha);
  • 6 colheres (sopa) de açúcar (90 g);
  • 4 colheres (sopa) de chocolate em pó (60 g) (aquele do padre, sabem?);
  • 30ml de licor de menta, mas pode ser de qualquer sabor;
  • 100ml de creme de leite de caixinha (é o restante da caixa usada no bolo);
  • 3 colheres (sopa) de doce de leite em cubos, picado (45 g) (aquele que sobrou da semana passada).

Modo de preparo

Bolinho

Misturei em uma tigela o bolo esfarelado, as gemas e a colher de creme de leite. Deixa tudo incorporar bem e reserve, fica uma massa bem úmida e parece que não renderá nada, mas vai dar certo.

Aí você coloca em uma panela o açúcar e a água e deixe no fogo médio até formar uma calda em ponto de fio. Antes de ligar o fogo, eu mexi, para evitar que o açúcar queimasse. O ponto é quando você levanta a colher e ao invés de caírem gotas bem líquidas, fica um fio, mais grosso. Quando você teve esse resultado, desligue o fogo e misture à massa. Vai ficar algo mais pastoso, porém precisa ficar uniforme.

Enquanto isso, unte com manteiga forminhas de fundo falso. Eu usei a de torta de maçã, número 7, mas é grande. Dá para fazer com a de pão de mel e até com a de empada. Dá para fazer na de fundo fixo, porém depois tem que desinformar, ok? Quando acabar, coloque uma porção da massa (a Ana Maria encheu as forminhas, nas minhas não daria, então coloquei metade). Leve ao forno alto, preaquecido a 200°C, por 10 minutos.

Se o seu forno for antigo, como o meu, é melhor colocar no baixo e ficar de olho. E fazer o teste do palito para saber quando assou, ok? Uma vez pronto, retire do forno, espere esfriar e desinforme.

Calda

Enquanto os bolinhos assavam, fui fazendo a calda. Em uma panela pequena (e se puder, uma antiaderente será bem vinda!), coloque a margarina, o açúcar e o chocolate. Leve tudo em fogo baixo e vá mexendo até que o açúcar umedeça, dando a impressão de uma farofinha. Aos poucos você acrescenta o licor (e tem que colocar mesmo, senão nem dará ponto) e muito importante: não deixe de mexer, porque nessa hora pode grudar tudo em 2 segundos. Vá colocando e mexendo, até que a calda fique homogênea.

Depois, desligue o fogo e acrescente primeiro o creme de leite, mexendo sempre para não talhar e por fim, o doce de leite (ou nozes, castanha, amendoim, amêndoa…). Continue misturando e sirva, ainda quente, por cima dos bolinhos. Decore como achar melhor e pronto!

Minhas observações: eu quase queimei a panela. hahahaha Por isso recomendo o cuidado na calda, eu não mexi muito bem no começo e ia grudar, mas consegui reverter. Se você não bebe, pode ficar tranquila, o álcool evapora e a calda fica somente com aquele fundinho de gosto de menta, no meu caso. Acho que a bebida é essencial para  textura, então não acho que trocar por essência, por exemplo, daria certo.

Como não tinha cacau, usei o chocolate em pó, então ficou um pouquinho (mas bem pouco), mais doce. A calda sobrou bastante, então separei em um potinho para colocar em uma taça com sorvete (#vaigordinha). O doce de leite não deixa a receita enjoativa, ok? Vale usar também.

Não acho que seja uma receita para servir a várias pessoas, já que rende bem pouco. Mas para aquela tarde e só em casa, vale a pena! Eles dizem que rende 6 porções, porém isso varia conforme o tamanho da sua forminha, ok?

Semana que vem acho que trarei algo salgado… O que acham?

Gordice de finde – Cookies de Doce de Leite

30 maio

Oi, gente! Tudo bem?

Já que está frio e todo mundo (ou boa parte) não abre mão do chocolate, a receita de hoje é fácil, rápida e prática e usa o ingrediente, acompanhado de outro que adoro: doce de leite. Está a fim de fazer algo para beliscar à tarde? Nem quer perder tempo na cozinha? Então vamos aprender a fazer Cookies de Doce de Leite!

01 - Gordice

Deixa eu explicar algumas coisas. A receita de hoje foi tirada desse site. Como já disse, minha mãe adora esses programas de culinária e eu acabo assistindo por osmose. Aí ela viu o preparo desse biscoito (ou bolacha, dependendo do estado brasileiro) e ficou falando para eu fazer. Como era fácil, salvei e na quarta fui para o fogão. Você vai precisar de:

– 125 gramas de chocolate meio amargo picado (dá uma barrinha pequena e mais um pouco);
– 40 gramas de manteiga (para variar, usei daquelas de tablete, para ficar mais fácil dividir);
– 80 gramas de açúcar;
– 1 ovo;
– 120 gramas de farinha de trigo;
– 1 pitada de sal;
– ½ colher (chá) de fermento químico em pó (aquele do potinho azul e vermelho);
– ½ xícara (chá) de doce de leite em barra picado (eu comprei uma embalagem daqueles quadradinhos e piquei, não usei nem 10 cubos).

Fazer exige um grau de dificuldade de nível zero. Na batedeira, bati o ovo e o açúcar até ficar um líquido esbranquiçado. Vai levar um tempo para acontecer, mas não perca as esperanças. Após isso, derreti o chocolate com a manteiga em banho maria (tenho medo do microondas para isso, então prefiro fazer na panela). Quando estava bem liso, sem pedaços, tirei do fogo e misturei ao creme do açúcar e ovo.

Fui misturando e acrescentando o sal e o fermento. Depois incorporei, coloquei a farinha, sempre aos poucos. No começo você acha que não vai dar certo porque é tudo muito líquido, mas aí a farinha vai transformando tudo e no final fica até meio pesado. É bem interessante ver! Assim que estiver tudo misturado e você tiver uma massa, coloque o doce de leite e o incorpore à massa. Depois, leve para a geladeira por 30 minutos ou que fique bem firme.

A receita não diz, mas nessa hora aproveitei para untar a assadeira. Passei a manteiga, cobri com papel manteiga e untei novamente (medo de grudar? Exagero? Sim, claro ou com certeza? hahahaha). Aí quando a massa estava durinha, fui fazendo as bolinhas. Tirava com a colher, mas modelei com as mãos, como um brigadeiro mesmo. Nem precisa passar manteiga.

Coloquei na assadeira, dando um espaço entre cada bolinha e levei ao forno médio (180°C). A receita diz que é para deixar 15 minutos, mas a minha primeira fornada eu deixei uns 20 minutos, a segunda ficou 25. E nessa os cookies ficaram mais clarinhos e crocantes. É muito importante lembrar de tirar do forno ainda macio, porque quando ele esfria, endurece.

Gostei bastante da receita, mas os meus ficaram diferentes do original. Me pareceu aqueles pães de mel daquela marca que fazia o cigarrinho de chocolate (e o guarda chuva, a moeda…), sabem? Vejam por dentro:

02 - Gordice

O doce de leite não derrete, mas é bom assim mesmo. Dá para trocar por gotas de chocolate, por exemplo, porém eu acho que o doce de leite deu um toque todo especial. Ficou muito bom, mas vou testar outras vezes para ver se fica igual ao do site. De qualquer forma, dá para fazer e comer tranquilamente. Ah, minha receita rendeu 17 cookies, mas isso varia conforme o tamanho das bolinhas que vc faz, ok?

Gordice de finde – Torta Jaróla de maçã verde

23 maio

Oi, gente! Tudo bem?

Hoje a receita é daquelas de guardar no caderninho, sabe? É tradição na minha família, minha avó tem no dela, minha mãe também (e está identificada como “Torta de maçã da vovó”) e eu estou seriamente pensando em criar o meu, com essa sobremesa inclusa, claro.

Na verdade a receita original não é essa, eu mudei a massa por total motivo de… Pura preguiça! Hahahaha Mas também dá certo e se vocês quiserem, coloco a massa dela mesma (e que também é ótima). Depois que a torta ficou pronta, percebi que sem querer acabei fazendo um prato que ficou até meio que temático, pensando na Copa, né?

Pois bem, deixando o bla bla bla de lado, a gordice de hoje é a tradicional e famosa Torta de Maçã da família Jaróla. Dessa vez, a eleita foi a maçã verde. Ficou assim:

01 - Gordice

Por mais que eu não seja a mais “talentosa” no quesito decoração e trabalhos manuais, ficou bonita, hein? E esse verde parece que abre os nossos olhos, chama a atenção mesmo. Vamos à receita:

Massa:

– 250g de margarina (para variar, usei a de tablete. Dá 2 e meio);

– 1 colher (chá) de pó Royal (fermento em pó, aqui a gente define pelo nome);

– 3 xícaras (chá) de farinha de trigo;

– ½ xícara (chá) de leite.

Eu comecei misturando todos os ingredientes com uma colher e depois que o leite foi absorvido, passei para asmão mesmo. Se você derreter a margarina, pode ser que nem precise, senão tem que botar a mão, para fazer com que a margarina derreta e a massa dê liga. O ponto é quando ela está meio grudenta na sua mão, mas já toda junta, sem esfarelar ou se desfazer.

Aí preparei uma assadeira de fundo removível, untando com manteiga. No caderno da minha mãe não diz se precisa untar ou não, até porque vai uma quantidade razoável de margarina, mas eu peco pelo excesso e untei. Abri a massa na forma mesmo, com a mão, apertando para que ela chegasse a todos os pontos.

Vale lembrar que essa massa rende, então dá para levar para as bordas e deixar mais altinha, para ter a lateral da torta. Dá para usar essa massa em receitas salgadas também, inclusive com aquelas que ela cobre o recheio, sabe? Tipo empadão. Super versátil!

Enfim, depois disso, fiz furinhos com um garfo, para a massa não criar bolhas e levei para o forno baixo. Demorou mais ou menos 30 minutos para assar, mas isso varia conforme o forno. Para conferir, vale fazer o teste do palito. Quando estiver pronta, tire do forno e deixe esfriar totalmente.

Enquanto assa, vamos ao recheio:

02 - Gordice

Na verdade, eu sempre começo a receita preparando o creme, para ganhar tempo, mas isso é coisa minha mesmo. Você vai precisar de:

– 01 lata de leite condensado;

– ½ litro de leite;

– 01 colher (sopa) manteiga (pode ser margarina, eu usei aquelas manteigas de lata, porque estava mais acessível);

– 02 colheres (sopa) de amido de milho;

– 03 gemas;

– Gotas de baunilha (não tenho a quantidade certa, mas eu coloco no máximo uma colher de sopa, é mais para tirar o cheiro e gosto do ovo).

Ói que difícil: mistura tudo e pronto! Hahahaha É quase isso, eu aconselharia a diluir o amido em uma parte do leite, porém eu mesma me esqueci disso. Então coloquei todos os ingredientes em uma panela e misturei até não ter nada do amido. Aí sim, liguei o fogo (sempre no baixo, melhor evitar que queime) e misturei sem parar até engrossar.

Esse é o creme que você pode rechear sonhos, por exemplo. O segredo dele é não deixar o amido empelotar e mexer o tempo todo. Ele começa bem líquido, você achará que não vai dar certo, mas quando começa a engrossar, é de uma vez. E cuidado, porque esse é o momento em que pode empelotar tudo, ok? Quando ele estiver um creme espesso, pode desligar o fogo e reservar até ficar bem frio.

Enquanto tudo isso esfria, vamos à uma caldinha:

03 - Gordice

– 01 xícara (chá) de suco de laranja;

– 01 colher (sobremesa) de amido de milho;

– Açúcar a gosto (mais ou menos uma colher).

Fiz mais ou menos como o creme. O ponto aqui aparece mais rápido, fica uma geleia mesmo, bem amarelinha.

Aí vamos à montagem. Com a massa fria, coloque o creme (também frio) e espalhe por toda a massa. Dá bastante, então pode levar para as bordas que não vai vazar. Eu vou fazendo isso com uma colher, para ficar mais lisinho.

Acabando essa parte, é hora de cortar as maçãs. Normalmente eu faço com a Fuji, aquela da Monica mesmo e que tem boa validade. Nesse caso, costumo usar de 8 a 10 unidades, conforme o tamanho das fatias. Na maçã verde, como elas eram maiores (iguais às da primeira foto), foram umas 6 certinho. Da última vez que fiz com a vermelha, ficou assim (desculpem a tosquice, era foto do celular).

Fui colocando as fatias deitadas, uma bem ao lado da outra, meio que para formar o desenho de uma flor, começando da parte externa e indo para a interna. Após isso, é só espalhar a geleia e levar à geladeira. Na hora de servir, tire o aro da assadeira, ok? Quanto mais gelada, mais saborosa, então aqui gosto de fazer de manhã e servir após o almoço. Ou fazer à tarde e comer no dia seguinte, sabem?

Se você não gostar de maçã, dá para fazer com morangos (já fiz e dá certo), uva, kiwi, laranja, tangerina/ mexerica/ mimosa, manga, pêssego, abacaxi, frutas vermelhas, amora… Aí é usar a sua imaginação mesmo. E se você deixar a lateral baixinha, no mesmo nível do creme e colocar castanhas na lateral… Voilá! Temos a torta vendida na padaria!

Estou para dizer que minha versão favorita é a de maçã mesmo, talvez pela crocância. E a versão com a verde me surpreendeu, parece que o azedinho da fruta deixa o creme ainda mais doce. Essa eu fiquei até orgulhosa de mim mesma! hahahaha

Gordice de finde – Pasteizinhos doces

16 maio

Oi, gente! Tudo bem?

Meio que correndo, quase não conseguindo, mas cá estou eu com mais uma Gordice de finde! E dessa vez é algo fácil, rápido, gordo e versátil: Pasteizinhos doces!

Se ainda assim não os convenci, vamos à “tortura” de hoje:

01 - Gordice

Para variar, segui a receita de um canal de TV. Minha mãe adora esses programas de culinária e eu acabo assistindo por osmose. Dessa vez, ela viu no Mulheres (e a receita está AQUI), pedindo para eu acompanhar e fazer. Mas na hora eu precisei sair… E não vi nada, então segui exatamente o que está escrito no site.

Por isso mesmo, dessa vez não “adaptei” muita coisa. Só tirei um ingrediente porque não o tinha, porém qualquer hora testarei a receita completinha. Pois bem, vamos aprender esse doce “ultra difícil”. Primeiro, a massa:

  • 3 xícaras (chá) de farinha de trigo;
  • 1 xícara (chá) de açúcar;
  • 1 pitada de sal;
  • 150 g de manteiga (usei a de tablete, dá 1 e 1/2);
  • 3 ovos
  • 2 colheres (sopa) de rum (não coloquei porque não tinha, então nem imagino a função dele no prato);
  • Açúcar de confeiteiro para polvilhar (como também estou sem, vamos no confeito!)

O recheio pode ser feito com algo doce que você tenha em casa, com consistência mais pastosa ou seca. Eu usei Nutella e goiabada cascão, mas dá para colocar brigadeiro, doce de leite, beijinho, doce de leite com coco, doce de abóbora, geleia, frutas em pedaços (já salivei com maçã)… Use a imaginação!

Vamos ao “complicadíssimo” preparo:

Em uma tigela, misture a farinha, o açúcar e o sal (eu peneirei, para evitar grumos e sujeira. Mas eu sou fresca). Aí acrescente a manteiga e faça uma farofa grossa. Aliás, se a manteiga estiver mais derretida, melhor ainda, você ganha tempo. Não adianta, tem que misturar com a mão mesmo, para fazer com que a manteiga amoleça, ok?

Feito isso, coloque os ovos e o rum e misture até a massa ficar homogênea (bote a mão nisso, povo!). Ela ficou meio pegajosa, então eu coloquei um pouquinho de farinha para soltar dos dedos. Aí você cobre a massa com um pano de prato ou plástico e deixe descansar por 30 minutos.

Como não vai fermento na massa, não espere que ela cresça, ok? Esse tempo vai fazer com que ela seque um pouco e fique menos pegajosa. Depois disso, eu dei uma leve sovada, porém nem precisa. Coloque bastante farinha em uma superfície e abra a massa com a ajuda de um rolo. Ela é relativamente elástica, mas quando falta farinha, gruda, então é bom se lembrar disso.

Eu cortei com pires de xícaras de chá, por isso tive 17 pastéis assados. Mas você pode variar o tamanho, o que vai implicar no rendimento, ok? Aí é simples: abriu, cortou, coloque uma colher do recheio (acredite, é mais que suficiente, senão ele não fecha) e feche em formato de meia lua. Como sou exagerada, uni as pontas com um garfo.

Levei ao forno baixo e entre 30 e 40 minutos, tive esse resultado:

02 - Gordice

A parte de cima fica branquinha mesmo, mas a de baixo, dourada. Ah, vale lembrar que a assadeira precisa estar ao menos enfarinhada (eu untei e enfarinhei, peco pelo excesso mesmo). Eu vi que estava pronto pelo teste do palito, como em um bolo. E se você quer colocar açúcar de confeiteiro, granulado, coco ou qualquer coisa do tipo para decorar, faça na hora de levar ao forno. Fui tentar depois e escorregou tudo, então deixei branquinho mesmo:

03 - Gordice

Se eu tivesse deixado um pouquinho mais no forno, o recheio ficaria mais derretido. Mas como tive medo de queimar, tirei com uns 35 minutos. Quente, ele estava assim:

04 - Gordice

(Sim, aqui a gente não usa cafeteira. O café é no filtro de papel, no bule de alumínio!) Amei essa receita, a massa fica levinha, seca, mas com um toque de manteiga no fundo. E olhem que eu não como manteiga! Acho eu que a goiabada deve ter derretido mais, ainda não testei.

Achava que a massa ficaria muito doce, mas acho que até dá para arriscar algo salgado, como frango ou palmito, viu? Vou testar qualquer hora. E antes que vocês briguem comigo, viva a gordice e vamos todos nos empanturrar de pastel doce! Yeeeey!

Gordice de finde – Pão de minuto

9 maio

Oi, gente! Tudo bem?

Agora que chegamos ao final de semana, anda como relaxar e enfiar o pé na jaca, certo? Hahahaha Como temos Dia das Mães batendo na nossa porta, acredito que ninguém está com muito tempo (e vontade) de ficar horas na cozinha, por isso a receita de hoje é rápida, fácil, prática e gostosa.

Não sei de onde tiramos esse pão de minuto, mas me lembro de minha avó fazê-lo sempre. Tanto que em um dos 458 cadernos de receitas da minha mãe há o preparo do pãozinho com a informação de que ela está aprovada e é da minha avó. Para vocês terem ideia de como é antiga (por isso, daquelas que dão certo mesmo), a folha do caderno já está amarelada e quase caindo.

Se ainda assim não te convenci a ir para a cozinha, vamos às imagens tentadoras de hoje?

Tudo junto no pratinho. Já os convenci?

Tudo junto no pratinho. Já os convenci?

Ou então quentinhos, saídos do forno. E agora?

Ou então quentinhos, saídos do forno. E agora?

A última com ele aberto. Sentiram o cheirinho? Já correram para cozinha, né?

A última com ele aberto. Sentiram o cheirinho? Já correram para cozinha, né?

Não é uma receita que rende muito (aqui deu uns 15, alterando entre vários tamanhos), mas ele cresce um pouco e é uma boa para aqueles dias de fominha de última hora ou para fazer algo rápido e servir às visitas. Vamos lá, você vai precisar de:

  • 1 tablete de fermento para pão (dá para comprar em mercado ou padaria, por exemplo;
  • 1 xícara (chá) de leite morno;
  • 2 ovos;
  • 2 colheres (sopa) de manteiga;
  • 1 colher (sopa) de açúcar;
  • 1 pitada de sal;
  • Farinha de trigo até dar o ponto;
  • Queijo ralado/ orégano/ gergelim… para decorar.

Modo de preparo

Primeiro, dissolva o fermento no açúcar. Quando estiver bem líquido e liso, misture os outros ingredientes. Vá misturando e colocando a farinha aos poucos, até a massa desgrudar das mãos e você conseguir fazer uma bolinha.

Ponha essa bolinha em um copo com água e a deixe lá até que ela suba. Essa é a hora em que a massa está pronta para ser mexida. Enquanto isso deixe a massa descansar e crescer, coberta com um pano ou mesmo o plástico filme.

Quando a massa estiver pronta, vá fazendo bolinhas do tamanho que achar melhor e colocando em uma assadeira grande, untada e enfarinhada (eu só unto e enfarinho o fundo). Polvilhe o queijo ralado, ou orégano ou gergelim no topo dos pães.

É bom dar um espaço entre um pão e outro, porque ele ainda vai crescer e pode grudar.

Leve ao forno médio (se quiser, pode pré-aquecer, mas eu mesma não fiz isso) por mais ou menos 30 minutos, de acordo com o seu forno e gás. Vale ficar de olho, porque os pães ficam prontos quando estiverem coradinhos no topo. É bem rápido, então cuidado para não deixar queimar.

Aí é só tirar do forno e se jogar! Vale comer sem nada, passar geleia, doce de leite, goiabada, manteiga, requeijão… Hmmmm!

Gordice de finde – Paçoca Jaróla

2 maio

Oi, gente! Tudo bem aí?

Para quem não foi viajar e sofre por antecipação, como eu, para que esperar junho para comer as delícias da época? Como sou formiga assumida, sempre acho que é época de comer doces e aproveitei a estadia da minha avó aqui em casa para passarmos horas na cozinha!

Uma das gordices que fizemos esses dias foi uma paçoca, daquelas feitas em casa mesmo. Nada da versão esfarelenta, o negócio é Italian style, com “sustância”. Por isso, apelidei o prato de Paçoca Jaróla e claro, compartilho a receita com vocês. Nível ZERO de dificuldade. Ou o mais difícil é torrar o amendoim e abrir a lata de leite condensado, olha que complicado! hahahaha

Pega o caderninho e vem anotar:

01 - Gordice

Se não te convenci pelas palavras, ganhei pela foto acima, né? Golpe baixo mesmo! hahahaha Vamos lá, você vai precisar de:

– 500g de amendoim torrado e descascado (já explico como fiz);

– 1 lata de leite condensado;

– 1 colher (sopa) de manteiga sem sal;

– 1 pacote de bolacha maizena (daqueles de 200g mesmo).

Super difícil, né? Olha como fiz:

Para torrar o amendoim: coloquei em uma assadeira, daquelas retangulares mesmo, no forno bem baixinho. De vez em quando ia lá olhar e mexer, para virar os grãos, mas acho que levou no máximo 30 minutos para torrar, isso depende de cada forno. Quando esfriou, descasquei cada grão (é só passar os dedos, a casca sai rapidinho).

Aí coloquei no liquidificador (mas pode ser no processador ou naqueles moedores antigos) um punhado do amendoim e um da bolacha quebrada na mão mesmo. Bati até virar farinha e fui colocando em uma tigela até acabar com os dois alimentos. Depois disso, misturei o leite condensado à farinha de amendoim e bolacha, adicionei a manteiga e misturei, com a mão mesmo.

O ideal é que ela fique uma massa, com tudo bem incorporado, como se fosse de bolacha mesmo. Nada dura, mas nem mole demais. Precisa ser em um ponto que você consiga manusear. Então untei levemente com manteiga o fundo (só o fundo) de uma assadeira, mais por precaução e coloquei a massa. Estiquei com a mão, dando batidinhas mesmo, ficando assim:

02 - Gordice

O legal é deixar ela secar um pouco, então a cobri com um pano de prato e na manhã do dia seguinte (havia feito à noite) cortei em quadrados/ retângulos aleatórios, mas você pode usar cortadores e fazer do formato que quiser. E pronto, a receita é essa, viu como foi difícil?

Não sei dizer sobre rendimento, porque sempre fazemos para o pessoal de casa e cortamos “a olho” mesmo. E como não dura muito aqui, fico devendo a validade! Hahahahaha

Agora é só preparar o quentão, a pipoca e as roupas para pular fogueira antecipada. E ficando bem gordinha, porém feliz! Hahahahaha