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Vale ver: documentário “A um Passo do Estrelato”

9 jan

Oi, gente! Tudo bem?

Essa semana estava lendo o blog da Marina e ela fez uma indicação muito boa nesse post. Acabou que veio com a necessidade que eu tinha em voltar a escrever sobre outras coisas além do que já vemos aqui e que acabou de lado no ano passado, infelizmente (e por culpa minha também, admito).

Pois bem, tanto o post dela como esse aqui são para falar de um ótimo documentário, chamado “A um Passo do Paraíso” (ou “20 Feet From Stardom”, no original). Assim que acabei de ler a resenha da Marina, usei o link que ela sugeriu (sempre baixo de lá e nunca tive problemas), baixei e no mesmo dia assisti. É esse aqui:

Imagem: reprodução

Imagem: reprodução

Tá, Carla, mas o que tem de tão importante nesse filme? Se você, assim como eu, é um fã de música, daquelas boas mesmo e presta atenção aos detalhes, vai gostar de ver esse documentário sobre as backing up vocals de grandes nomes da música. Sabem a voz feminina (absurda de boa) em “Gimme Shelter, dos Rolling Stones? A responsável está lá.

Já ouviu falar de “Young American, do David Bowie, certo? Também é mostrado (inclusive eles usam esse mesmo vídeo), assim como Bruce Springsteen, Stevie Wonder, Sting, Bette Midler, Luther Vandross, Joe Cocker e tantos outros músicos de grande renome que, desde seu aparecimento, fazem uso de cantoras de apoio com altíssima qualidade técnica e talento.

Aliás, falando da música da banda de Mick Jagger, é emocionante o momento em que Merry Clayton volta ao estúdio e conta a história de sua participação, desde o momento em que foi convidada até o pós-gravação, chegando a ouvir sua voz cantando “rape, murder – it’s just a shot away” separada do restante da música. De arrepiar mesmo.

O legal do documentário foi saber como surgiram as backing vocals, como até mesmo uma questão por acaso, mas também uma luta racial, seguida do aparecimento na década de 60, a proximidade com grandes nomes da música e o declínio de algumas que chegaram a tentar a carreira solo, mas não obtiveram o mesmo sucesso.

É incrível pensar que talentos como Judith Hill, que chegou a cantar com Michael Jackson nos preparativos da turnê “This Is It”, estiveram tão perto de ter suas chances e algo as impediu. Ou Darlene Love, talvez a pioneira e mais respeitada artista, que ficou famosa há mais de 5 décadas, de repente trabalhar como doméstica (sem desmerecer a profissão, claro), porque sofreu uma “puxada de tapete” de Phill Spector, retomando sua carreira somente após os 40 anos.

Acho que serve para pensarmos em quantos talentos temos espalhados por aí e que foram esquecidos ou “substituídos” por outros, como a nossa memória está cada vez mais curta, que muitos desses cantores muitas vezes acompanham enormes destaques sem receber a devida atenção ou mesmo que a fama e o estrelato nem sempre acontece como a gente imagina ou espera.

Infelizmente, só encontrei o filme e o trailer em inglês, mas não achei tão complicado de entender. Dá para ver um pedacinho aqui:

Vale muito a pena baixar o filme e assistir. Vocês se lembram de alguém no Brasil que tenha sido backing vocal e depois recebeu o mesmo reconhecimento? O primeiro nome que me vem à mente é o de Daniela Mercury, que cantava na banda de Gilberto Gil. Mais alguém?

(Finalmente) Chegou! – The Beatles, On Air – Live at the BBC Volume 2

18 dez

Oi, gente! Tudo bem?

Vocês se lembram quando falei nesse post sobre o lançamento do CD duplo The Beatles – On Air – Live at the BBC 2? Até comentei que já havia pedido o meu. E comprei mesmo, então quero não só contar mais sobre o produto em si, como também minha experiência na aquisição.

Primeiro, a parte boa:

01 - Compra

Ói que bonitinho, gente! Nem digo isso como fã, mas sim como quem gosta de boa música mesmo. É muito capricho na embalagem, recheada de informações e referências da banda e da época. A capa traz uma imagem clássica do quarteto, nos primeiros anos de carreira.

Ao abrir, começam os momentos “own!”:

02 - Compra

Do lado esquerdo, temos um livreto com informações das gravações, de alguns momentos dos Beatles, conversas, faixas que os CDs trazem… Logo mostro a parte interna. Já à direita, alguém sentiu um pré-Let it Be? Pode ter sido uma coincidência, embora quando se fale do Fab 4 nunca acredito muito que tenha sido “sem querer”.

De qualquer forma, reparem nas caras de menininhos do Paul e do George! Sem contar todo o estilinho, que vira e mexe é reproduzido nas moda atual, né?

03 - Compra

Virando a “página”, temos uma foto clássica de Londres, com os dois CDs presentes. Ambos contém a tradicional imagem da maçã, como os Beatles costumam usar para fazer referência à Apple, sua gravadora. Mas voltando ao livreto, olhem algumas imagens:

04 - Compra

Paul e John (e texto de sir Paul McCartney à direita):

05 - Compra

Brincadeiras no aniversário de 21 anos do Paul.

06 - Compra

O grupo próximo às instalações da BBC de Londres.

07 - Compra

Fazendo o que melhor conseguiam: tocar.

08 - Compra

Estou besta com essa foto… Alguém acredita que ela tem talvez 50 anos de existência (!!!)? Me parece super atual, daquelas que vemos de várias bandas ou atores por aí, não? Se mudarmos o tamanho da gravata aqui, pentearmos o cabelo mais para o lado ali, mudarmos um pouquinho o cós da calça lá… Temos 2013! Linda foto!

Sobre as músicas, eu diria que os fãs vão se deliciar. Dá para sentirmos como o quarteto era em uma fase bem crua, as primeiras versões de clássicos e claro, o humor ácido nas entrevistas. Aliás, falando das conversas, temos quatro delas nos finais dos CDs (John e George no número 1, Paul e Ringo no 2), com chances de vermos os Beatles fora das “amarras” em que estavam. Estou viciada nesses áudios!

Agora a parte chata. O CD foi lançado no dia 11/11 e estava em pré-venda em alguns locais. Aproveitei que a The Beatles Shop, e-commerce oficial da banda, já o disponibilizava para reserva e pedi o meu em 8/11. Eu nem esperava que chegasse até o dia do lançamento, mas achava que, por ser meio que uma exclusividade, não demoraria para tê-lo.

Pois bem, fiz o pedido, paguei os R$ 58,40 da conta (R$ 47,90 do produto e R$ 10,50 de frete) e fiquei esperando. Nada. Só uma atualização falando que a solicitação estava aprovada. Como estava com um monte de coisas acontecendo, meio que fui deixando. Lá para o dia 22, já estressada, enviei uma mensagem para eles, falando que esperava pela compra ou ao menos uma alteração do status no site e que se soubesse que demoraria tanto, não teria comprado ali.

Eles me pediram desculpas e disseram que até o dia 24 estaria com o CD em mãos, porque tiveram problemas na entrega. Quer dizer, se eu não os pressionasse, jamais saberia! E claro que nada aconteceu nesse período. Pronta para mandar outro e-mail, já sendo mais grossa e fazer reclamações oficiais, o produto chegou. QUASE VINTE DIAS DEPOIS DO PEDIDO!

Recomendo a loja? Jamais! Uma pena, porque tem muita coisa legal, mas para nos estressarmos como dessa vez… Esquece. Imagino como eles estarão agora, para natal e ano novo. Aliás, no site eles já dizem que não garantem que os pedidos feitos a partir de 13/12 cheguem até as festas. Se puderem, evitem.

Para os CDs, nota 10, para a loja:

Observação: desculpem o post gigante, mas não podia deixar isso passar.

Vale ver – Exposição “Stanley Kubrick” em São Paulo

10 dez

Oi, gente! Tudo bem?

O Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo está com uma exposição incrível até o dia 12 sobre um dos maiores cineastas do século XX: o americano Stanley Kubrick.

Imagem: reprodução

Imagem: reprodução

A mostra traz várias salinhas com peças utilizadas nas filmagens, além de fotos, roteiros originais (com anotações do cineasta), cartas, roupas e até mesmo um Oscar. Nascido em Nova York, em 1928, Kubrick começou sua trajetória, na verdade, como fotógrafo, aos 16 anos. Por isso, a exposição começa com seus trabalhos na fotografia.

Na entrada, recebemos o programa do evento, que conta com mais detalhes os bastidores e referências de cada um dos trabalhos de Stanley Kubrick.

02 - Mostra

Ao longo das saletas, você conhece um pouco mais das obras, como Spartacus, Lolita, 2001: Uma Odisséia no Espaço (é aqui que encontramos o Oscar e talvez os objetos mais incríveis utilizados nas filmagens), Laranja Mecânica (um dos meus longas prediletos dele, com uma saleta imperdível), O Iluminado (amo esse thriller, inspirado no livro de Stephen King), Nascido para Matar (também adoro esse filme), De Olhos Bem Fechados (último trabalho oficial de Kubrick e lançado quatro meses após sua morte) e A.I – Inteligência Artificial (que foi continuado por Steven Spielberg).

Embora o programa informe que a exposição está organizada em ordem cronológica, eu, particularmente, acredito que não. Por exemplo, De Olhos Bem Fechados é praticamente a última parte da exposição, quando na verdade ainda há A.I após ele.

Outra coisa que me desagradou um pouco foi o fato de a mostra ser apresentada como algo sobre a vida do cineasta e na verdade foca bem nos filmes. Nada contra, mas que ao menos fosse avisado. Eu, Carla, gostaria de saber mais sobre o processo criativo e a parte das pesquisas de Kubrick, que não são divulgados no evento.

Meu último problema no dia em que fui era que havia um cartaz bem grande na entrada, com o aviso da proibição de fotos no local. Nem preciso dizer que as pessoas ignoraram e todas as horas sacavam seus smartphones para registrar tudo, né? Bom senso passou longe!

Na verdade minhas queixas são bem pequenas, comparadas ao material disponibilizado e a genialidade de Kubrick. Ele era conhecido por surpreender o público em seus trabalhos, a enorme criatividade e o destaque da trilha sonora, como fosse um personagem da história.

Amei mesmo o espaço do “O Iluminado”, inspirado no hotel cenário do filme, com as clássicas portas beges e até mesmo a máquina de datilografar utilizada por Jack Nicholson nas filmagens e o figurino original das gêmeas Grady.

A cada saleta que você entra, é uma surpresa: claquetes das filmagens, o boneco do bebê de “2001” (impressionante vê-lo de pertinho, além de ser inevitável não cantarolar a “Zarasthustra) utilizado nas filmagens, uma carta de um espectador que critica a violência de “Laranja Mecânica” e as clássicas máscaras venezianas de “De Olhos Bem Fechados”.

Vale muito a pena conhecer a exposição e saber mais sobre seus trabalhos. Se estiver em São Paulo, não perca!

Stanley Kubrick

De 11/10/2013 a 12/01/2014

Terças e sextas, das 12h às 21h. Sábados, domingos e feriados, das 11h às 20h.

Censura: 12 anos.

Valores: R$ 20,00 (R$ 10,00 meia entrada).

Museu da Imagem e do Som – MIS

Avenida Europa, 158

Jardim Europa – São Paulo/ SP

Telefone: +55 (11) 2117-4777

www.mis-sp.org.br

Tem ar condicionado, acesso para deficiente, guarda volumes (não pode entrar com bolsas, câmeras, comidas e bebidas), aceita pagamento em cartão. Estacionamento à parte, ao lado do museu, com manobrista (a R$ 20,00). Dá também para chegar de ônibus. Não há metrô na região.

Como aproveitar a Black Friday brasileira

28 nov

Oi, gente! Tudo bem?

Black Friday é um tema bastante controverso aqui no país, né? Enquanto lá nos Estados Unidos significa pessoas dormindo em filas e descontos realmente válidos, para uma boa queima de estoque antes dos presentes de natal, no Brasil alguns lojistas acham que promoção com “tudo pela metade do dobro” se torna algo imperdível.

Acho que essa semana temos a quarta edição da Black Friday nacional e para que não tenhamos os mesmos problemas das edições anteriores, deixo aqui algumas dicas:

Créditos da imagem: Sephora

Créditos da imagem: Sephora

A Sephora começou na madrugada de domingo para segunda com alguns produtos mais baratos. Na segunda tivemos itens de maquiagem em promoção, terça (quando fiz a imagem do post) eram perfumes, ontem ficou com itens da marca própria, hoje é a vez de tratamentos e amanhã, teremos 15% de desconto em todo o site.

Vi muita gente reclamando, dizendo que foram poucas marcas que participaram da Black Friday, mas ao menos já não encontrei muitos casos de o site sair do ar ou compras serem canceladas, como da última vez. Pedi um batom e um lápis cremoso porque achei o preço bom (mesmo) e estava de olho nos dois cosméticos há tempos (mostro aqui quando eles chegarem). Pensei nas sombras da Urban Decay, porém nem se eu nascer 5 vezes darei conta de todas as que já tenho, aí desisti. hahahaha

Entre as lojas que costumo comprar e que participam do evento, também vale ficar de olho na Sepha, Época Cosméticos, Menina Shoes, Fnac, Submarino, Americanas.com, Saraiva e Livraria Cultura, entre outras. Cada uma tem suas especialidades e às vezes há diferença de preço entre elas mesmas. Também pode ser uma boa oportunidade de fazer uso dos serviços do Cashola, já que parte do valor que você usou na compra volta para você (a porcentagem varia de acordo com o e-commerce).

Ainda assim, alguns cuidados devem ser tomados. A Folha de S. Paulo fez uma matéria muito boa com os cuidados que o consumidor precisa ter, evitando dores de cabeça futuras. Ainda na questão da prevenção, o IG fez uma lista com sete dicas para economizarmos e aproveitarmos melhor a Black Friday.

Por fim, a Fundação Procon atualizou sua lista de lojas virtuais que não são recomendadas. São mais de 300 endereços, desde 2010, que comercializam todo tipo de produto. Se você tiver algum problema com compras na internet, registre a queixa no Procon e ajude a manter esse arquivo atualizado.

Agora que temos várias informações, acredito que possamos fazer as compras de forma mais segura, não? Quem vai aproveitar a Black Friday esse ano? Alguém participou das edições anteriores? O que acharam?

Update – Leituras da semana

25 nov

Oi, gente! Tudo bem?

Hoje trouxe várias sugestões de leitura, tanto para quem gosta de beleza como também para os fãs de música. Vamos conhecê-las?

– E aí, beleza?: a Kah mostrou com detalhes os lançamentos da Maybelline que chegam ao país até o final deste mês (ou seja, até o final da semana, né?). Temos as famosas sombras Color Tattoo e os esmaltes Color Show. Já estou de olho em algumas cores e quero ver tudo de pertinho. Saiba mais AQUI;

Petiscos: já comentei aqui o caso de algumas marcas brasileiras que foram denunciadas por utilizarem de mão de obra escrava. Essa semana mais um caso foi noticiado, com direito a barraco virtual e tudo mais. O site da Julia Petit contou a história toda nesse link. Acredito que boicote é o mínimo que podemos fazer, não?

– Chic: ainda seguindo na linha beleza e já que em mudanças de estação (principalmente para o verão) temos uma enxurrada de lançamentos, a gente se perde com as novidades, certo? Então o Chic fez esse post com ótimas informações sobre a diferença entre os BBCreams, CC e DDCreams, mesmo que muitos ainda não sejam encontrados aqui;

– Pop Topic: se você acompanhou as redes sociais, especialmente o Facebook, na última semana, notou que muitas pessoas trocaram seus avatares por personagens infantis em versões carecas. Mas você sabe por quê? A Vivi conta tudo AQUI (e nada nos impede de continuarmos com as imagens, não?);

– O Babado: raramente comento de moda aqui, até por eu não conhecer o tema. Mesmo assim, achei que a Fernanda fez um post muito bom sobre roupas para mulheres plus size, com uma lista de detalhes que podem ou não favorecer as curvas. Sou a favor de usarmos o que gostamos, mas dicas são sempre válidas, né?

– Rolling Stone: o U2 volta às paradas musicais com “Ordinary Love”, inspirada na história de Nelson Mandela e que estará presente na cinebiografia do líder africano. O site da Rolling Stone conta tudo com detalhes e traz o clipe, ainda quentinho. Eu curti!

– Vírgula: se você gosta de Queen ou David Bowie, já ouviu “Under Pressure”, certo? Que tal uma nova proposta: conhecer a canção à capella, com os vocais isolados. É no mínimo de arrepiar!

– Bob Dylan: chega até a ser estranho imaginar que o clássico “Like a Rolling Stone”, do Bob Dylan, ainda não tinha um clipe oficial. Algumas décadas depois, o pai do folk lança o vídeo, com a opção interativa. Assista AQUI e use os botões do lado esquerdo para alterar o volume e os canais. Estou viciada nisso!

– The Backstreet Boys: já contei aqui que sou fã do quinteto americano (ou boy band, como preferirem), certo? Pois essa semana eles lançaram o clipe de seu novo single: “Show’em what you’ve made of”. Se nem assim te convenci, que tal um Brian sensualizando sem camisa?

Semana que vem tem indicação de livros para presente de natal.

Update – Leituras da Semana

11 nov

Oi, gente! Tudo bem aí?

Hoje trouxe alguns links dos mesmos sites, porque no geral ando muito chata com as notícias e nem sempre acho que algo seja tão valioso assim para mostrar para vocês após uma semana. Chata, eu sei, but that’s me. Hahahahaha

Então dessa vez temos música, maquiagem e comportamento, basicamente. Olhem só:

– Julia Petit: como não amar uma banda que sequer se leva à sério? Impossível ao menos deixar de esboçar um sorriso ao ver as coisas que o Foo Fighters aprontam. No site da ruiva tem o teaser para uma nova apresentação do grupo, no México. Aí que o FF aproveitou a deixa e fez um vídeo bem divertido sobre o evento, além do Dave Grohl mostar que malhar faz bem. Vejam tudo AQUI;

– Julia Petit: ainda falando do Petiscos, mas agora agradando os beatlemaníacos, como eu. Um novo CD duplo do quarteto foi lançado no final da semana passada, com gravações antigas do Fab 4. Nem preciso falar que já comprei e espero o meu chegar, né? Hahahaha Mas enfim, dá para saber mais sobre o lançamento e ouvir um pouquinho (clica nos botões do rádio), tudo nesse link;

– Sadi Consati: vamos falar de coisa boa? Então vamos falar da iogurteira Top Term dos novos produtos que o maquiador desenvolveu para a linha Intense, do Boticário. Adoro o site do Sadi, assim como de seu trabalho e sempre acho que ele traz boas ideias com precinhos camaradas. Olha o que veio para o Natal.

– E aí, beleza? e Julia Petit: ok, essa talvez vocês tenham lido. Começaram a pipocar lá fora umas fotos de uma suposta 3ª paleta da linha Naked, da Urban Decay. Meninas compraram na Sephora da França, a € 45,00, depois a loja disse que não vendia, a empresa alegou que os produtos eram falsos… Enfim, um tumulto foi criado. A Kah postou AQUI imagens e informações. No Petiscos temos o final da história. Posso falar? Gostei da embalagem, mas não sei se curti as sombras. Alguém comentou que parece uma versão mais rosada ou atualizada da Naked 1, (essa eu tenho e uso bastante). Se você pretende comprar uma delas, espera mais um pouco, compare swatches e aí tome sua decisão. Sinceramente não acho que valha a pena ter todas elas ou comprar a nova, caso você já tenha a 1, 2 ou a Basics;

– 2 Beauty: toda sexta-feira a Marina faz um tutorial para o Petiscos, mas também o disponibiliza em seu próprio site, com a vantagem de podermos baixar o arquivo em PDF. Adoro as maquiagens dela e acho que nessa ela se superou, até porque boa parte dos produtos são nacionais e têm um preço mais acessível (nada impede de você fazer com o que tem). Não tenho o menor talento com cílios postiços, mas estou realmente considerando fazer essa maquiagem no final do ano, deixando essa parte do olho de lado. Vejam que lindo e como nem é level hardest de dificuldade em reproduzir.

– Fashion Killer: semana passada a Sephora daqui anunciou que faria um “esquenta” de saldão de maquiagens, chamado Black Beauty. Ia ter batom da MAC a R$ 45,00 (contra os usuais R$ 66,00) perfume DKNY a R$ 79,00, entre outras coisas interessantes. Tentei comprar alguns dos itens, mas tive o mesmo problema que a Cicy contou com detalhes e depois de umas 3 tentativas, desisti, afinal não era nada tão necessário. Essa não é a primeira vez que a loja dá uma mancada com as promoções e vale ficarmos de olho. Alguém mais tentou comprar algo na Black Beauty?

– Demografia Unicamp: soube desse link por uma colega de trabalho e achei super interessante. Sou parte da geração Y e compartilho do mesmo sentimento de insatisfação e vazio, não por achar que o mundo tenha que se curvar a mim (e não tem mesmo), mas por uma questão de valores e dedicação, sabem? Pensava que era só comigo e confesso que me senti mais aliviada em ver que não. E dá para entender direitinho no link, bem representado por gráficos e bom texto. Vocês também se identificam com esse cenário?

SPFW – Como foi o desfile da Melissa

5 nov

Oi, gente! Tudo bem?

Semana passada fomos bombardeados com fotos, vídeos, entrevistas e informações da edição de inverno da São Paulo Fashion Week. Como vocês devem ter lido, a Melissa fez sua estreia entre as marcas que desfilaram no evento e eu estive lá, como convidada a assistir a apresentação.

Ao invés de fazer uma série de posts, como sempre faço, dessa vez farei somente dois: esse, sobre os produtos da Melissa e o que será publicado à tarde, contando um geral. Senão ninguém aguenta, né? Fica repetitivo. Pois vamos lá:

Me sentindo A pessoa relevante no evento!

Me sentindo A pessoa relevante no evento!

Ok, continuo não sendo a pessoa mais fashion e que sequer sabe fazer pose para foto, mas o foco aqui é o evento, ok? Hahahaha Relevemos. Pois bem, a Melissa aproveitou a oportunidade para mostrar sua coleção de outono/ inverno, chamada Nation:

02 - SPFW

O convite já trazia a temática da coleção, inspirada em diversas nações ao redor do mundo:

03 - SPFW

O desfile estava marcado para às 16h, lá no Parque Villa-Lobos, em São Paulo. Esse será, ao menos por enquanto, o local para todas as edições de inverno da SPFW, já que a Bienal, no Ibirapuera, costuma abrigar outros eventos nesse período. No post seguinte deixo minhas impressões sobre os locais.

No horário marcado, as filas para a entrada dos convidados do desfile foram montadas, mas demorou um pouquinho para entrarmos. Todos tínhamos em nossos convites a informação de qual fileira deveríamos sentar, assim como o setor. Ao entrar no local, logo vimos a longa passarela, formada por grandes blocos coloridos e que permitiam que as modelos desfilassem em várias direções, facilitando a visualização dos calçados.

No fundo do cenário, tínhamos esse grande painel com o tema da coleção:

04 - SPFW

Foi ali também que a Orquestra Voadora do Rio de Janeiro ficou instalada. Os 20 integrantes do grupo fizeram a trilha sonora do desfile, com sons que mesclavam a cena black nacional dos anos 70 e sons de Fela Kuti. De arrepiar mesmo! A coleção a ser apresentada foi a cultura e materiais utilizados em diversos países, como China, Japão, Mongólia, México, Peru, África, Índia, Tibet e aqui mesmo, todas misturadas e incorporadas.

Os convidados foram todos presenteados com bolsas Refrection que brilhavam no escuro, dando essa visão:

05 - SPFW

Até as roupas entravam na brincadeira, olhem como ficou meu vestido:

06 - SPFW

Após os avisos que o desfile já iria começar, a Orquestra Voadora entrou no palco e começou a tocar, brilhantemente:

07 - SPFW

Era a hora, uma a uma as modelos entraram na passarela e mostraram os novos modelos da Melissa. Não sabia se conseguiria fazer boas fotos, então filmei tudo (relevem a qualidade e meus comentários, por favor):

Como é tudo muito rapidinho (o desfile durou apenas 10 minutos), peguei algumas imagens do site da ELLE, com mais detalhes (os créditos são todos de Marcelo Soubhia/ FOTOSITE, além da própria revista):

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Ainda não sei dizer mais sobre cartela de cores, datas de lançamento e preços, mas se souber, atualizo o post. Ainda acho que a Melissa irá lançar mais modelos (alguém sentiu falta de Incenses, Ultragirls e Mini Melissas?), mas já posso dizer que fiquei apaixonada pela Soldier, a Riding II, a Boho e a Virte Special (além da Peep Toe Baby Dragon III e Lady Dragon III, será que finalmente comprarei uma?).

Vi muitos sapatos em tons escuros, como preto, marrom, cinza, burgundy, azul marinho, além de branco gelo. Nada em salto fino, tudo bastante quadrado e blocado, com misturas de itens flocados, foscos e com verniz. Gostei bastante, acho que a Melissa manteve sua identidade, mas ao mesmo tempo amadureceu, ficou com cara de sapato de tecido, sabem?

Ao final do evento, todos saímos com nossas bolsas e o press kit, com as informações sobre o conceito da coleção, a produção do desfile e quais itens cada modelo usava.

09 - SPFW

Só faltaram imagens de divulgação, mas por enquanto podemos ver no site da ELLE e também no Terra, que cobriu toda a SPFW. Aliás, o portal também colocou o desfile da Melissa na íntegra e em HD, então dá para ver super bem cada um dos calçados.

Quem acompanhou o desfile? O que acharam da coleção? Quero muito agradecer à Melissa pela oportunidade e dar os parabéns pelo evento, ficou lindo. Amei fazer parte dele e poder divulgar tudo aqui! Difícil vai ser agora ter $$$ para comprar tudo!

Observação: coloquei os créditos lá no canal do Youtube (se você clicar no vídeo, vai abrir), mas também vou deixá-los aqui. Todas as informações foram cedidas pela própria Melissa:

Ficha Técnica

Direção geral e concepção: Erika Palomino

Styling: Daniel Ueda e Pedro Salles

Make Up: Robert Estevão

Hair Styling: Silvio Giorgio

Direção do desfile: Wan Vieira

Coordenação Geral: Jacimar Silva

Light Design: Maneco Quinderé

Figurino: Apartamento 03, Rober Dognani, L´Etage, Yoon Hee Lee, Vitor Zerbinato, Printing

Acessórios: Claudia Savelli

Cenografia: Luiz Rossi

Trilha Sonora: Orquestra Voadora