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Para! Para! Para! – Paul McCartney está voltando!

7 mar

Oi, gente! Tudo bem?

Sim, fãs de Beatles, sir Paul McCartney virá ao Brasil novamente! Todo mundo gritando enlouquecidamente em 3, 2, 1…

Calma que eu explico. Uns boatos sobre a vinda do músico vinham se arrastando nas últimas semanas, depois de especulações de shows em Brasilia, Curitiba e Fortaleza. Mas as primeiras notícias – e mais fortes – falavam que a ideia era trazer o Beatle (para mim não tem essa de ex) para Belo Horizonte.

No comecinho da semana, um jornalista influente do estado informou que as negociações haviam caminhado, mas para todos ficarmos quietos. Pois bem, agora o secretário de Estado Extraordinário da Copa do Mundo (Secopa) em Minas Gerais, Tiago Lacerda, anunciou que a abertura da turnê mundial de Paul McCartney será realizada em BH, no dia 3 de maio, no Estádio Magalhães Pinto, o Mineirão, que acabou de ser reinaugurado.

Até a concessionária que administra o local confirmou a apresentação, mas ainda não há dados de outros shows, valores e início das vendas. O fato é que ele vem e vai falar “uai”. E eu, claro, vou até Minsss (adoro esse lugar) para revê-lo.

Eu sei que já mostrei aqui, mas vale postar novamente o quão perto fiquei dele no ano passado, em Recife:

E sim, estou emocionada, com vontade de pular de alegria e vou lá no cantinho gritar igual uma adolescente! Quem me acompanha?

Update – Leituras da Semana

25 fev

Oi, gente! Tudo bem?

Hoje separei alguns links legais que não são só sobre maquiagem e beleza, sendo que estou comemorando um deles até agora. Hahahaha

Olhem só:

– Rolling Stone: o site da revista anunciou essa semana que o Foo Fighters está de volta. Yeeey! Dave Grohl anunciou que na sexta-feira voltaria aos Estados Unidos, para começar a trabalhar no novo álbum da banda, sucessor de Wasting Light, de 2011 e que ainda não tem data para sair. Entenderam o motivo da minha felicidade? Leia tudo AQUI;

– Loucas Por Esmalte: as meninas fizeram um post muito bom com swatches da nova coleção Risqué. Elas aproveitaram para sugerir alguns parecidos, caso você não encontre os da marca, além de contarem como foi a esmaltação. Vale mesmo a pena ler a resenha;

– Pop Topic: a blogsfera mostou essa semana que a Vichy lançou seu primeiro primer e da chegada do BB Cream da Maybelline ao Brasil. Mas muitos sites só reproduziram o release ou o que estava na embalagem. Gosto das análises que a Vivi faz porque ela entende de produtos para a pele, então o texto dela está bem completinho;

– Coisas De Diva: alguns dias atrás contei aqui sobre a paleta do Pausa para Feminices para a Tracta. Agora a Bruna e a empresa lançaram mais algumas, com cores diferentes e as meninas testaram uma delas. Clique AQUI para ver o que elas acharam.

Poucas sugestões, mas boas, não acharam? Ah, se preparem que essa semana teremos uma série de posts sobre a nova coleção da Melissa. Sábado fui ao lançamento e já adianto, tem muita coisa bonita!

E ele está voltando… Bem vindo, David Bowie!

9 jan

Oi, gente! Tudo bem?

Ok, eu sei que fiquei ausente ontem, mas as ideias sumiram e para fazer post tosco, não faço. Sou chata, podem admitir. Hahahahaha Mas hoje trago boas notícias, ao menos para os fãs de música boa. O camaleão está de volta! Sim, estou falando de David Bowie! Yeeeey!

Conhecem, né?

Conhecem, né?

02 - Bowie

Pois bem, ontem esse senhorzinho das fotos acima e que dorme eternamente no formol completou 66 anos, acreditam? E depois de uma pausa de DEZ anos, causada após um problema cardíaco na última turnê e traumas da situação, Bowie publicou em seu site oficial que em março melhor mês do ano porque é meu teremos um novo trabalho, só com músicas inéditas!

O álbum se chamará “The Next Day” e estará em pré-venda a partir da próxima terça. Bom, né? Mas não acabou. O músico também divulgou o primeiro single desse trabalho, chamado “Where are we Now?”. Bem ao estilo do cantor, temos muita algo diferente. Aqui ele aproveita para mostrar o tempo em que ficou em Berlim e sua passagem pela produção de arte contemporânea.

O responsável pela produção da música é Tony Visconti, o mesmo que trabalhou com David Bowie em “The Man Who Sold the World“, “Scary Monsters“, “Low” e “Heroes” (já disse que AMO a interpretação dele aqui, né?). Ou seja, gente talentosa cercada de pessoas capacitadas, só pode sair coisa boa.

Mas deixando a minha enrolação para lá, basta clicar AQUI para conhecer o novo som de Bowie. Espero que vocês gostem tanto quanto eu!

Obs: as imagens são do Google e o vídeo, do Youtube mesmo.

Ganhei – GRRR!, The Rolling Stones

25 dez

Oi, gente! Tudo bem?

Final de ano é aquela coisa, né? Um monte de amigos secretos, natal, presente daqui e dalí… Comigo não foi diferente. Tive o amigo secreto da firrrrma e lá eu ganhei um dos melhores CDs do ano e o qual já estou totalmente viciada:

01 - Stones

02 - Stones

Ué, Carla, traindo o movimento beatlemaníaco? Não senhores, acontece que sei reconhecer quando temos boa música. E o GRRR! dos Rolling Stones, é a prova disso. O álbum é “só” uma coletânea dos CINQUENTA anos da banda, em ordem cronológica, de 1962 a 2012. Ou seja, temos inúmeros hits dos britânicos, incluindo “I Can’t Get No (Satisfaction), Under my ThumbPaint It Black, Sympathy For The Devil, Gimme Shelter, It’s Only Rock ‘n Roll (but I Like it), Start Me Up, Anybody Seen My Baby?, além de duas faixas novas: Doom and Gloom e One More Shot, só para citar alguns.

Além de toda a qualidade sonora desse CD triplo (com direito a encarte cheio de fotos), ele também traz todo um apelo visual, olhem como é bonita a embalagem:

Primeira parte aberta

Primeira parte aberta

Segunda parte

Segunda parte

Todo aberto

Todo aberto

E como disse, o encarte:

A capa

A capa

Aberto

Aberto

Posso falar? Estou viciada nesse CD, não dá para parar de ouvir e ao colocar no rádio, é impossível ficar sem ao menos bater os pés ou cantarolar alguma coisa. Se você tem alguém que goste de rock de qualidade para presentear, vá ver o GRRR!, duvido alguém achar ruim.

Se todo músico ou banda tivesse um repertório como esse e mais, com o cuidado da embalagem, o mundo da música seria tão diferente…

Update – Leitura da Semana

17 dez

Oi, gente! Tudo bem?

Hoje as indicações da semana são poucas, porque eu ando chata, implicante e de mimimi não encontrei muitas coisas que fossem “prestação de serviço” a ponto de vocês pararem para ver.

Enfim, vamos às notícias boas da última semana:

– Loucas Por Esmalte: semana passada usei o Malícia, da Risqué, lembram? Contei que ele é relançamento da marca também. E as meninas fizeram um post super caprichado e informativo, comparando os antigos com as versões novas. Dá para ver AQUI;

– 2 Beauty: Marina (sempre ela, diva eterna) tem uma mãe abençoada, que é farmacêutica e cria produtos super legais para a Pharmacus, onde trabalha. A última invenção foi um BB Cream, testado pela blogueira e bastante elogiado. Quero muito saber como fica nas branquelas como eu! Veja tudo nesse link;

– Petiscos: não comentei aqui por total falta de tempo, porém vocês devem ter visto na internet que semana passada, mais precisamente no dia 12/12/2012, alguns artistas se uniram para um show que levantou fundos para as vítimas da tempestade Sandy.

Só para citar alguns nomes “ruins” tivemos Paul McCartney, Dave Grohl, Pat Smear (ambos do Foo Fighters) e Kirst Novoselic (do Nirvana), tocando juntos, Bruce Springsteen e Bon Jovi, Roger Waters (ex-Pink Floyd) e Eddie Vedder (Pearl Jam), Chris Martin (Coldplay) e Michael Stipe (ex-R.E.M), isso sem contar The Rolling Stones, Billy Joel, Alicia Keys e tantos outros.

Aí que sir Paul, Dave, Pat e Kirst tocaram como se fosse o Nirvana, com uma música nova, “Cut me some Slack”, esbanjando talento, qualidade e rock ‘n roll dos bão. E o Petiscos disponibilizou vídeos do evento, que podem ser vistos AQUI.

Trouxe poucos links, mas todos muito bons, né? Quem mais ficou viciada nos sons da última dica?

Eu fui – Elvis Experience Brasil

25 set

Oi, gente! Tudo bem?

Não sei se vocês sabem, mas São Paulo recebe, desde o dia 5, uma exposição única e especial: a Elvis Experience Brasil. Ela é feita por objetos de colecionador e da família do rei do rock, Elvis Presley.

Isso significa que muitos itens saíram de Graceland, onde há a casa em que o cantor vivia e hoje é um museu, frequentado por mais de 60 mil pessoas ao ano. A Elvis Experience passa pela América Latina pela primeira vez, a desejo de Priscilla Presley, viúva do músico. Ela diz que escolheu o Brasil porque Elvis nunca pôde vir para cá e realizar o evento aqui seria uma forma de agradecer aos inúmeros fãs que vão até os Estados Unidos visitar o museu.

Eu, embora não sendo a maior admiradora de Elvis Presley, gosto de seu trabalho, então achei que seria uma ótima oportunidade de aprender mais sobre sua vida. Além do mais, fica pertinho do meu trabalho, ou seja: juntei a fome com a vontade de comer.

Painel na entrada da exposição

Já somos recepcionados por essa imagem do rei do rock, que emociona bastante. Lá dentro encontramos inúmeras fotos, quadros e objetos pessoais do cantor, contando desde seu nascimento, até sua morte (tem algumas delas na galeria).

Gostei muito de saber sobre sua infância, o apoio familiar para que o músico não desistisse de seu sonho e também objetos pessoais que mostravam que tudo do Elvis era grandioso e único, como ele: roupas, carros, joias, medalhas…

Porém, senti falta de alguns detalhes. Ou eu faria diferente: acho que deveria ter uma sala (são 16 no total) com os hits do artista. Há uma sobre os filmes, com telões que exibem trechos, então poderia ter algo similar com as músicas de sucesso, que não são poucas.

Há outra, toda escura, que encontramos um telão na vertical, com Elvis cantando “If I Can Dream”, apresentada em homenagem à morte de Martin Luther King. Essa parte é muito emocionante porque a tela fica no mesmo nível do chão, então parece que estamos bem próximo ao músico (exatamente como no link, porém sem as legendas).

Eu teria feito essa parte em 3D, para acentuar esse sentimento e parecer que ele estava ao nosso lado mesmo. E por fim, a exposição termina em uma sala com My Way” de trilha sonora, coberta por quadros de jornais e exibições de telejornais ao redor do mundo, todos abordando a morte de Presley.

Confesso que quando cheguei ali senti um aperto no coração e a voz falhou. Dói lá no fundo, sabem? Imagino o que deve acontecer com os fãs. Porém eu acho que deveria ter explicações sobre a partida do cantor. Por exemplo: não foi abordada a questão da obesidade e do vício em medicamentos que Elvis adquiriu ao longo dos anos.

Entendo que, como foi feito pela família, alguns pontos podem ser difíceis de serem apresentados, até mesmo para a Priscilla, falar do divórcio deles deve doer ainda. E como falamos de uma pessoa que tem história há mais de 50 anos, comprimir essa trajetória toda em pouco espaço e tempo se torna bastante complicado.

De qualquer forma, a Elvis Experience Brasil é uma exposição que vale muito a pena ser vista (e revista, devo voltar lá). Se eu fosse você e estivesse em São Paulo, não perderia a oportunidade!

Elvis Experience Brasil

Quando: de 5/9 a 5/11.

Onde: Shopping Eldorado – Avenida Rebouças, 3970. São Paulo.

Quanto: de R$ 20,00 a R$ 100,00 (inteira).

Onde comprar o ingresso: no local, Teatro Tuca (aqui sem taxa de conveniência) e também no www.ingressorapido.com.br.

Horário: agendado no site e local de compra dos ingressos, com visitas a cada hora.

Classificação: livre.

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Meu novo brinquedo – Beatles em Flipbook

5 set

Oi, gente! Tudo bem?

Na mesma semana em que conheci a Laços de Filó, que contei semana passada, encontrei a Follow the Colour, que vende itens de decoração e cacarecos divertidos. Aí achei um produto para dar de presente a uma pessoa, mas na hora de dar o ok no carrinho, vi esse item:

Ah, Carla, um livro dos Beatles. E daí? Sim, mas ao contrário do que poderíamos imaginar, ele é diferente porque foi feito todo naquela técnica de flipbook. Sabe quando você desenha um bonequinho no papel e na folha debaixo, o desenha em posição diferente, aí mexendo as páginas, parece que está em movimento? É isso!

Nesse caso fizeram animações com as capas dos álbuns da banda, que acabam se misturando. Olha só:

Eu sei que escrevendo fica difícil explicar, então fiz um vídeo tosco e mostrei:

AQUI tem outro mais detalhado, onde você pode ver cada um dos movimentos. É legal, né? Achei algo simples, mas bastante divertido e uma ideia de presente para geeks e fãs dos Beatles.

Paguei R$ 42,00 no meu, fora o frete. Acho que demorou uma semana, mais ou menos, para chegar, vindo super bem embalado e seguro. Recomendo mesmo a loja!

Obs: Ah, tem a versão digital AQUI também, mas eu ainda prefiro no papel.

Magical Mystery Tour, o filme, é relançado com extras

28 ago

Oi, gente! Tudo bem?

Não falava de música há certo tempo, né? Mas também agora volto com tudo! E para quem é fã de Beatles, assim como eu, a notícia é boa: o filme Magical Mystery Tour será relançado, em DVD e Blue-Ray, com direito à exibição em cinemas! Yeeeey! A informação foi dada pela Rolling Stone americana na última semana.

A versão restaurada do longa será lançada no dia 8 de outubro, porém alguns cinemas dos Estados Unidos já vão exibir o filme a partir de 27 do próximo mês. Por enquanto, nada informado se nós brasileiros também teremos essa sorte (para variar, né?). O que nós já podemos pedir é o filme, em suas duas versões, ou ainda uma caixa que contém:

– Livro de 60 páginas, com letras e histórias das gravações do álbum e filme;

– Vinil com seis faixas, comercializado na época do lançamento, lá em 1967 (com “Magical Mystery Tour”, “The Fool on the Hill”, “I Am the Walrus”, “Flying”, “Blue Jay Way” e “Your Mother Should Know”).

Essa caixa custa US$ 89,95, está em pré-venda e pode ser pedida AQUI. Nem preciso falar que está na minha eterna lista de desejos beatlemaníaca, né? Acho que eu preciso é ganhar na Mega Sena! Hahahaha Para termos um aperitivo do lançamento ou conhecermos mais sobre esse trabalho da banda, deixo o vídeo abaixo, disponível também no canal do quarteto no Youtube:

Alguém seria uma alma caridosa para me presentear com essa belezinha no natal? hahahahaha

A razão da música chiclete

20 jun

Oi, gente! Voltei!

Vocês com certeza já viveram essa situação: escutam uma música uma vez e pronto, já grudou na cabeça. Ou então do nada vem aquele verso e não sai mais. O pior é que muitas vezes você nem gosta dessa canção. Acertei, né? Mas por que será?

De acordo com a Dra. Vicky Williamson, da universidade Goldsmith, isso acontece porque a nossa memória guarda essas melodias de uma forma que, quando precisemos, o cérebro as encontre espontaneamente e rápido.

Explico: às vezes um verso, uma palavra, a melodia… algo daquela música é armazenado em nossas mentes, fazendo conexões com sentimentos ou situações que tenhamos passado. Ao lembrar de um deles, o restante é sequencialmente acionado. Um leva ao outro, capice?

Por isso que ouvimos certos artistas e lembramos de determinadas pessoas, ou associamos com música quando aprendemos língua. Exemplos básicos: quem nunca aprendeu o “have you ever” sem ligar com “Have you ever Seen the Rain, do Creedence Clearwater Revival? Ou ouviu “Twist and Shout, na versão dos Beatles, sem lembrar da cena clássica de “Curtindo a Vida Adoidado? É algo espontâneo e involuntário.

Até mesmo situações de estresse ou que gerem algum tipo de tensão passam por isso. Eu sou exemplo puro, dias antes de perder a minha avó eu ouvi “She’s Leaving Home, dos Beatles e associei com a partida dela, ficando triste e chorando. Por mais que eu goste da música (porque é boa mesmo), até hoje me lembro desse dia.

A Dra explica que isso pode acontecer porque nossos cérebros guardam os dados de formas codificadas e assim faz com as músicas, em maneiras diferentes, como reflexos de estímulos diferentes, o que volta no que falávamos antes de ser aquele sistema de associações, independente da qualidade da canção (isso explica então o motivo da música ruim grudar mais fácil?).

Isso me faz lembrar que, anos atrás, o Dave Grohl (sempre ele) explicou para a MTV americana a sua versão das músicas pop serem tão grudentas ou fáceis de serem assimiladas. Segundo o vocalista, elas são feitas no seguinte formato:

– Estrofe 1

– Estrofe 2

– Ponte (aquela parte que geralmente tem um ritmo diferente e antecede o refrão)

– Refrão

– Refrão

Aí entra um instrumental e a fórmula se repete. Lá para frente, volta só a ponte e os refrões, sendo esses repetidos até o final da música. Na época me lembro que peguei algumas canções para reparar… e não é que funciona? E mais, é assim até hoje! Sei lá se tem fundamento, mas acho engraçado como fica naquele sistema fechado, sempre dando certo.

Agora quero saber de vocês o seguinte: que música gruda na sua cabeça atualmente? Você se lembra de alguma que grudou tanto que até hoje você não consegue ouvir? Conte aqui para nós!

PS: A imagem é de reprodução, mas a matéria pode ser lida AQUI.

Os 45 anos do Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band

4 jun

Oi, gente! Tudo bem?

Fãs de Beatles estão felizes (eu, pelo menos, estou). Sexta-feira passada o histórico álbum “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” completou 45 anos. Esse aqui:

Imagem: Reprodução

O disco foi lançado em 1º de junho de 1967, passou 27 semanas no topo da parada britânica e 15 nas americanas. Sgt Pepper’s mudou a história do rock/pop mundial por diversos motivos: a capa histórica, as letras no encarte (sim, até então isso não existia), mistura de sons indianos e ingleses, guitarras com cordas, instrumentos de sopro, novas formas de gravação…

Os Beatles levaram cerca de 4 meses para gravar, editar e lançar o álbum. O que eu, Carla, acho mais legal, é o fato de as músicas serem meio que emendadas, sabe? Não há aquele intervalo de alguns segundos, cada canção se encaixa na outra, contando uma história com começo, meio e fim.

A famosa capa foi produzida pelo designer Peter Blake e traz uma colagem com diversos nomes conhecidos, como Marilyn Monroe, Marlon Brando, James Dean, Sigmund Freud, Karl Marx, Edgar Allan Poe, Oscar Wilde, Bob Dylan, Stu Sutcliffe (baixista original da banda) entre outros. A idéia era colocar outras personalidades, como Jesus Cristo, Adolf Hitler e Elvis Presley, mas por questões judiciais (Lennon já havia dado a declaração de que os Beatles eram mais famosos que Cristo) e históricas, foi descartada. Ainda assim, centenas de outros artistas reproduziram a imagem durante suas carreiras.

O som também influenciou outras bandas e músicos. Jimi Hendrix ficou encantado e em menos de 48 horas havia aprendido todo o repertório do álbum, os Beach Boys, que haviam impressionado os Beatles com o “Pet Sounds”, ficaram surpresos com o disco, Stones, Clapton e até mesmo os Stooges viveram os efeitos do Sgt. Peppers.

Eu tenho esse álbum, em CD e digo que é incrível. Os sons se encaixam, as letras continuam atuais, a produção é rica e cheia de detalhes… tudo fica redondinho nesse LP, sabem? Não sei dizer se o considero o melhor trabalho do quarteto, porque como fã fica muito difícil escolher um só.

Para citar alguns dos inúmeros hits de Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band:

Essa eu vi ao vivo, é impressionante:

E uma das mais lindas deles:

As influências do LP são tão grandes, tanto na época quanto nos dias atuais, que podia passar dias escrevendo sobre isso. Mas aí como o post ficaria gigante, achei melhor indicar esse link, que está bem completinho.

Agora vou lá no cantinho ouvir mais um pouco. Quem vai comigo?