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Update – Leituras da semana

20 jan

Oi, gente! Tudo bem?

Eu juro que tentei não ser chata essa semana, mas estaca tão complicado – e difícil – achar links legais para indicar que hoje nosso post estará meio rapidinho. Talvez o povo ainda esteja em espírito de férias ou estão mais focados na novela e BBB, o fato é que poucas coisas chamaram minha atenção.

Deixando de lado as reclamações da velhota aqui, o que trouxe foi útil, vejam só:

– Coisas De Diva: a Sabrina testou o BB Creme da quem disse, berenice?. Cheguei a mostrá-lo nesse post, mas é sempre bom saber a opinião de quem usou, né? Vejam tudo com detalhes AQUI.

– Coisas De Diva: a Marina fez uma ótima resenha de um dos produtos mais badalados da atualidade: a paleta Naked 3, da Urban Decay. Tem foto com as três versões do produto (a 1, 2 e a nova), as sombras de pertinho e sua opinião. Não havia me encantado com ela, mas gostei de alguns tons. Talvez futuramente (é para meu cérebro marcar isso) compre as que mais me identifiquei separadamente, se as encontrar. Clica nesse post para ler o post.

– 2 Beauty: semana passada tivemos a cerimônia do Globo de Ouro, certo? Enquanto muitos sites divulgaram os melhores vestidos, explicaram a maquiagem e informaram os vencedores, a Marina fez um post super divertido com outros detalhes da premiação. Olhem .

– Rolling Stone Brasil: saiu a lista de indicados ao Oscar 2014. Posso falar? Não assisti a todos os longas, mas poucos me empolgaram. Acho que tivemos filmes e atuações mais mornas em 2013. Qual seu palpite? Quem leva? Quem faltou? Saiba todos os concorrentes AQUI.

Semana que vem tem mais, quem sabe a literatura anda mais criativa, não?

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ATUALIZADO – Vale assistir – Documentário “Something New”, Paul McCartney

16 jan

Oi, gente! Tudo bem?

No final do ano passado soube que o Multishow exibiria um documentário bastante especial no primeiro dia de 2014: era o Something New, do Paul McCartney.

Capa do CD "New". Imagem: reprodução

Capa do CD “New”. Imagem: reprodução

Infelizmente não tenho o canal em meu quarto, onde costumo ver TV e teria de expulsar a família inteira da sala, o que também nem era certo, então vi que ficaria sem a oportunidade de saber como foi o processo de gravação e produção do mais recente álbum do músico, “New”.

Mas aí que a internet é um mundo maravilhoso e semana passada alguém lá no grupo do Paul McCartney que participo no Facebook disponibilizou o link para assistir. Já legendado. Sem comerciais. Ah, pronto, era a minha chance de ver com calma e ter o arquivo aqui comigo.

Baixei na hora e agora conto o que achei. Todo mundo pronto? Podemos começar, titio Paul? Tem atualização no final do post!

Imagem: reprodução

Imagem: reprodução

Independente de ser fã do britânico, acho que os amantes da música vão gostar muito desse filme. Ele é curto, tem menos de 1 hora e mostra desde como Paul escolheu os quatro produtores para seu trabalho (sim, quatro, ele não conseguiu decidir por um só): Mark Ronson (que tocou no casamento de McCartney e ficou bastante conhecido por trabalhar com Amy Whinehouse em Back to Black), Paul Epworth (responsável por “21”, da Adele e de álbuns do Bloc Party e Florence and the Machine), Ethan Johns (de CDs mais rock e folk, como Kings of Leon, Joe Cocker e Ray Lamontagne) e por fim, Giles Martin, filho do lendário George Martin (sim, O produtor dos Beatles) e que já havia produzido o “Love”, feito em parceria com o Cirque du Soleil.

Mesmo com essa mistura toda, um não interferiu no trabalho do outro e acabou evidenciando um lado mais moderno do músico, ao mesmo tempo em que seu histórico nos Beatles, Wings e carreira solo não são deixados de lado. Ou seja, é Paul McCartney, porém ainda melhor e mais atualizado, sabem?

Nesse documentário, dá para ver como o britânico compõe suas canções, sua participação em cada detalhe do álbum, o papel da banda que o acompanha há mais de 10 anos e a importância das apresentações ao vivo na América do Sul e México. Sim, não há menção de shows europeus e americanos, TODAS as imagens deles com o público são da última passagem por aqui e pelo México, por exemplo.

Na verdade, a única parte em que eles mostram a presença de Paul McCartney em solo europeu (além do estúdio, claro) é quando ele recebe um título de nobreza na França. Aliás, falando em estúdio, eu diria que grande parte de “Something New” se passa lá dentro, ou seja, a música sempre foi o foco aqui.

Os músicos que acompanham McCartney dão vários depoimentos sobre a energia e disposição que o músico tem, tanto para o trabalho de gravação, como para se apresentar ao vivo, para grandes multidões. E destacam a vitalidade e amor de Paul pela música, além da vontade de estar próximo às pessoas, sem se tornar um ser inacessível (e fica mais difícil não se encantar com Abe Laboriel Jr.).

Se você procura por detalhes pessoais dos músicos, esqueça. Esse documentário não foi feito para isso. Eu, particularmente, achei ótimo. É fácil de ser compreendido, leve, tem momentos divertidos e a gente se sente mais próximo dele. E gostei de ver que o próprio Paul McCartney não se trata como um deus, gosta de ser criativo, perfeccionista e aberto às novidades.

Todos dizem que ele deixa as pessoas à vontade para trabalhar, mas sempre busca a inovação. E por mais que todos estejam acostumados com ele (principalmente a banda), às vezes eles mesmos se surpreendem e pensam “Mas você é O Paul McCartney!”, então o lado fã também permanece.

Aliás, falando em fanatismo, achei ótimo quando mostram Paul com músicos como Stevie Wonder, Bruce Springsteen, Dave Grohl e Brian Wilson e ele mesmo afirma que precisa conter o lado fã e a vontade de pedir um autógrafo para esses músicos. Mas como um típico inglês, ele é formal demais para isso. Hahahaha

Caso tenha ficado curioso para ver “Something New”, vale clicar AQUI procurar alguma reprise no canal ou entrar em contato com o Multishow. E delicie-se com quase 50 minutos de música da maior qualidade. Titio Paul aprova e recomenda, né?

Imagem: reprodução

Imagem: reprodução

ATUALIZAÇÃO: gente, o link que sugeri aqui para verem não está mais disponível, a gravadora que faz os trabalhos do Paul no Brasil o bloqueou. Não sabia que era ilegal divulgar, então fica aqui minhas sinceras desculpas por isso.

Séries americanas: saiba quais continuam e quais foram canceladas

21 maio

Oi, gente! Voltei!

Essa semana os canais de TV americanos divulgaram quais seriados serão cancelados e quais tiveram seus contratos renovados. Sim, é a época do Mid Season e quando sabemos quem atingiu a audiência e quem só ficou na promessa. Vamos então saber quais séries terão novas temporadas?

SPOILER: Se você não quer saber essa informação, pare de ler esse post agora.

Primeiro, vamos às que acabam esse ano ou sequer terão a temporada de 2012:

Foto de divulgação do elenco na 5ª temporada

Após 10 temporadas, os fãs de CSI Miami podem dizer adeus aos seus policiais favoritos. Alegando altos custos na produção de cada episódio, além de queda da audiência no geral, a série não terá novos episódios esse ano. Nos Estados Unidos a polícia forense de Miami já deu adeus às telinhas, aqui deve chegar até o segundo semestre desse ano.

Além dela, “Pan Am” e “The Playboy Club” não foram renovadas, pois não conseguiram segurar o público e manter os padrões de séries exibidas anteriormente no mesmo horário. “Terra Nova” e “Alcatraz” também ficarão de fora das telinhas, já que a audiência mostrou que os seriados não agradaram tanto quanto os produtores acreditaram. “Gossip Gril” e “Fringe” vão para suas últimas temporadas agora, que devem ser exibidas entre a primavera desse ano e outono do ano que vem (no calendário americano). “30 Rock” também não será renovada e pior, a temporada atual terá somente 13 episódios.

Mas nem tudo é ruim, 16 séries continuarão! Entre elas temos “The X Factor”, “2 Broke Girls”, “Cougar Town”, “Grey’s Anatomy” (yeeey!), “C.S.I” e “Two and a Half Man”. Já “The Big Bang Theory” está garantida por pelo menos mais duas temporadas (Bazinga!)! Para ficar melhor, separei por canais americanos quem fica e quem foi embora. Vamos lá:

As renovadas

CBS

– 2 Broke Girls

– Blue Bloods

– CSI

– Criminal Minds

– Hawaii Five-0

– How I Met your Mother

– NCIS

– NCIS: LA

– Mike and Molly

– The Amazing Race

– The Big Bang Theory

– The Good Wife

– The Mentalist

– Two & a Half Men

ABC

– America’s Funniest Home Videos

– Body of Proof

– Castle

– Dancing With the Stars

– Don’t Trust the B in Apt 23

– Grey’s Anatomy

– Happy Endings

– Last Man Standing

– Modern Family

– Once Upon a Time

– Private Practice

– Revenge

– Scandal

– Shark Tank

– Suburgatory

– The Middle

– Wife Swap

NBC

– 30 Rock

– Community (pode ser renovada, mas terá 13 episódios nessa temporada)

– Fashion Star

– Grimm

– Law & Order: SVU

– Parenthood

– Parks and Recreation

– Smash

– The Office

– The Voice

– Up All Night

– Whitney

FOX
– American Dad

American Idol

– Bones

– Family Guy

– Fringe (última temporada)

– Glee

– Hell’s Kitchen

– Kitchen Nightmares

– New Girl

– Raising Hope

– The Cleveland Show

– The Simpsons

– Touch

– The X Factor

CW

– 90210

– America’s Next Top Model

– Gossip Girl (última temporada)

– Hart of Dixie

– Nikita

– Supernatural

– The Vampire Diaries

E!

– Keeping up with the Kardashians

As canceladas

CBS

– A Gifted Man

– CSI Miami

– How to Be a Gentleman

– NYC 22

– Rob

– Unforgettable

ABC

– Charlie’s Angels

– Desperate Housewives

– Extreme Makeover: Home Edition

– GCB

– Man Up!

– Missing

– Pan Am

– The River

– Work It

NBC

– Are You There Chelsea?

– Awake

– Bent

– Best Friends Forever

– Chuck

– Free Agents

– Harry’s Law

– Prime Suspect

– The Firm

– The Playboy Club

FOX

– Alcatraz

– Allen Gregory

– Breaking In

– House

– I Hate my Teenage Daughter

– Terra Nova

– The Finder

CW

–  H8R

–  One Tree Hill

– Ringer

– The Secret Circle

Já podemos pegar os lencinhos e chorar pelo fim das séries?

Sobre o branco criativo

3 jan

Oi, gente! Voltei.

Ontem, logo após o post de agradecimento, fiquei olhando aquelas estatísticas e pensando “poxa, para um blog de 2 anos (completamos hoje! Yeeeey!) e eu escrevendo diariamente, ainda temos um número muito pequeno de postagens”. Eu disse para vocês que sou perfeccionista, né? Estava demorando para encafifar com algo… hehehe

Aí comecei a analisar o motivo de eu não ter mantido a minha meta de 2 posts diários e minha conclusão foi essa:

Imagem: Reprodução

O Branco Criativo tem me visitado com uma certa frequência desde aproximadamente abril do ano passado, mesma época em que eu mudei de emprego. Então além da correria que ganho cada vez que começo em um trabalho, eu deixo de ser uma pessoa tão criativa. hahahaha

Hoje mesmo, antes desse post, fiquei olhando um bom tempo para a tela, sem saber o que escrever. Acho errado ser Control C + Control V de outros blogs, ou mesmo de releases porque afinal não fiz jornalismo à toa. Quando as assessorias enviam material, eu reproduzo, mas ao menos faço uma introdução (uuui) aqui.

Então quando vocês pereceberem um post só aqui ou textos bem curtos, não pensem que é preguiça minha (ela existe às vezes, mas não me impede). Culpem o Branco Criativo, ele sim me vence. Como hoje.

Amanhã eu volto, espero que com assunto também. heheheh Enquanto isso, que tal contar como vocês lidam com esse branco? E o que fazem nessa hora? Que tal também nos indicar seus posts prediletos nesses dois aninhos de Boyish ‘N Girly?

Retrospectiva Boyish ‘N Girly – Já cansou

27 dez

Oi, gente! Voltei!

Continuando a nossa retrospectiva, hoje trouxe o que “bombou” esse ano e eu sinceramente não aguento mais ver ou ouvir sobre. Quer saber o que é? Vamos lá:

– Color Block:  Mas já, Carla? Pois é, nem começou e eu já estou de saco cheio. hahahaha Na verdade eu não sou muito amiga de tendências e modinhas, tanto que raramente faço posts do tema aqui, mas o fato é que quem lê blogs e revistas que falam de moda vem vendo esse tema desde o meio do ano, mais ou menos.

Só que hoje o color block é tratado como a invenção da roda, como se não houvesse nada antes ou além disso. E sinceramente, por mais alegre que o visual fique, adaptá-lo ao ambiente de trabalho, por exemplo, é muito difícil. Ou você acha que o cliente conseguirá prestar atenção no que você fala quando veste camisa laranja, calça roxa e sapato verde? Sou a favor de usar o que você se sente bem, se isso significar peças totalmente coloridas, tudo bem, mas se for algo mais básico, ótimo também. Alguém precisa ser criticado por isso? E essa correria toda, como se não houvesse amanhã? Hoje encontrar peças em cores básicas é cada vez mais difícil, aí chega em março, a estação muda e a gente faz o que, joga tudo fora, porque se tornou out? Não concordo. Sou abaixo ao color block e a favor da liberdade, principalmente se isso significar conforto e liberdade de vestir o que se quer.

– Ídolos sem Conteúdo: Gente, o que aconteceu que as pessoas emburreceram em tão pouco tempo? Não é um lado velho meu quem diz isso, mas o fato de olhar para os ídolos e vermos que nem 10% deles consegue montar uma frase e dar a opinião sobre algo. Hoje em dia é legal admirar alguém que o maior feito foi ficar 3 meses sem fazer nada, em plena rede nacional? Ou alguém que está mais preocupado com o corte de cabelo do que dar um exemplo para a criançada que compra seus produtos?

Quando eu era mais nova e admirava os menininhos bonitinhos na TV, por exemplo, eles estavam preocupados em ter opinião própria sobre temas fortes e importantes, desde a legalização das drogas até a política nacional. E isso era demonstrado em suas atuações, músicas, livros, entrevistas… e hoje? Jura mesmo que a graça é babar por um cara que não atua bem, tem opiniões bobas e ainda fede? Se for assim, sorry, prefiro ser a velhaca mesmo.

– O Politicamente correto: Não, nem estou falando que é certo fazer piadas de mau gosto, agir de forma violenta, ou coisas do tipo. Mas será que não estamos exagerando? Me lembro de uma professora da faculdade que ensinava ética e dizia que tudo era agressivo. Apresentei um trabalho na matéria dela e usei filmes como “O Poderoso Chefão”, “Uma Outra História Americana” e “Era Uma Vez na América” de exemplo. Ela, claro, ficou chocada com as cenas, mas o fato é que eu assisti esses longas em minha infância, assim como você aí deve ter visto. E estamos hoje aqui, vivos, inteiros e decentes. Quer dizer então que “Atirei o Pau no Gato” é violento, mas liberar Pica Pau, Ben 10 e outros para a criançada, não é? Porque se a regra existe para um, deve ser aplicada em todos, certo? Você não cresceu vendo o Coiote ser atingido por bigornas enquanto tentava caçar o Papa-Léguas? E saiu por aí fazendo o mesmo? Acho que vale a reflexão… estamos mesmo pensando na educação ou apenas transferindo responsabilidades, além de impedir que a criançada crie senso crítico, saiba lidar com a rejeição e personalidades diferentes?

– Vampiros e Zumbis: Antes fosse o vampiro aí de cima! hahahaha Esse ao menos fez uma boa interpretação e estava em uma história com conteúdo (eu sei, o livro ainda é melhor). Mas pessoal, chega de vampiros e zumbis, nem eles aguentam mais. O cinema americano, em específico, vira e mexe faz a mesma coisa: alguém descobre/redescobre um gênero ou algo que prenda a atenção – e o dinheiro – de um monte de gente, aí parece que todo mundo só sabe fazer obras relacionadas ao tema. Assim foi com a leva de longas de terror que vieram após Pânico, por exemplo, e que em seis meses estava desgastada e com roteiro pífio. E ainda insistem em continuar fazendo! Depois vieram longas de ação com carros, terror psicológico (e seus 14158454894152514 Jogos Mortais), histórias antigas como Tróia, Alexandre, 300… filmes para pré-adolescentes com musicais e agora vampiros e zumbis. Depois de um tempo perde o sentido, gente, passa a ficar MacGyver demais. Dá para ser mais criativo?

Claro que aqui são opiniões minhas, que podem e devem ser debatidas. Muito também é para fazer graça, mas gostaria de ouvir de vocês o que já cansou em 2011, aquilo que vocês não aguentam mais e acham que já deu. Que tal contarem aqui?

PS: Imagens de reprodução, encontradas no Google.

Série “das antiga” – The Nanny

6 out

Oi gente, voltei!

Estou vendo que vocês gostaram dos posts de programas antigos, hein? Fico muito feliz! E por isso mesmo trago mais um, agora de um programa que eu gosto e assisto até hoje, sempre que posso. Eu falo de The Nanny.

Imagem: Reprodução

Digamos que a série é um conto de fadas moderno ou algo meio Cinderela. Fran Fine (Fran Drescher) era uma vendedora de cosméticos e funcionárias da loja de vestidos de noivas pertencente a seu namorado, Danny Imperialli. Certo dia, após descobrir que ele a enrolava enquanto tinha um caso com sua inimiga Heather Biblow (Pamela Anderson), ela sai da loja a procura de outro trabalho.

Irritada, ela pega o trem errado e vai parar na porta da casa de Maxwell Sheffield, produtor de Broadway, viúvo e pai de três crianças: a tímida e delicada Meggie, o mimado e esperto Brighton e a precoce Gracie. Enquanto ele pensa que Fran é a nova babá enviada pela agência, ela acredita que poderá fazer uma boa venda.

Com a ajuda de Niles, o mordomo da casa, ela percebe que a família não precisa de maquiagem e que ela pode ajudar a criar as crianças. Sheffield também resolve dar uma chance a moça de voz anasalada e logo ela se torna parte da vida de todos.

No meio de muita confusão temos C.C. Babcock (Lauren Lane), sócia de Max e apaixonada por ele, que tenta distanciá-lo da babá, a amiga não muito espera de Fran, Val Toriello (Rachel Chagall) e sua família: Renée Taylor (Sylvia Rosenberg Fine, mãe de Fran), Ann Morgan Guilbert, como a avó Yetta Rosenberg e muitas participações especiais, como Ray Charles, Jay Leno, Elton John, Whoopi Goldberg, Rosie O’ Donnel, Elizabeth Taylor e outros.

A série estreou em 1993, na CBS e durou seis temporadas. Aqui no Brasil passou perto da mesa época, inicialmente na Record, depois na Rede 21 e hoje na Sony, de segunda à sexta, às 06h30 da manhã.

Como não podia deixar de ser, separei alguns momentos. Primeiro, a abertura:

Melhores momentos da Yetta (adoro!):

E um destaque de Sylvia Fine, com seu “remédio”:

E quem mais assistia? O que achavam?

 

Sugestão de TV: Antiiigos

5 out

Oi gente, voltei!

Ontem comentei aqui da série antiga, aí resolvi abrir um pouco mais as opções e, como o Dia das Crianças está chegando, trazer meu lado saudosista infantil à tona. Então hoje falaremos de desenhos. Velhinhos. Daqueles que só eu lembro. hehehe

Querem ver? Alguém se lembra dos Snorkels? Esses:

Na verdade não há muitas informações sobre o cartoon, o que se sabe é que seu nome original era Snorks e foi produzido pela Hanna-Barbera de 1984 a 1989. Mas antes pertenciam a um gibi, de autoria do belga Freddy Monnickendan.

O Xou da Xuxa transmitia esse desenho (e é dessa época que me lembro) e depois a TV Colosso o reprisou. Muita gente os confunde com os Smurfs e não é à toa, são desenhos parecidos mesmo e com o mesmo tipo de animação. A diferença é que os Snorkels viviam na Snorklândia, lá no fundo do mar.

Entre os personagens estavam os estudantes e líderes AllStar e Casey, o animal de estimação deles (um polvo que se chamava Ocky) e os amigos: Junior, Daphene e Tooter. Como sou saudosista ao cubo, trago a abertura do desenho:

Outro desenho que eu gostava e poucos se lembram era dos Popples:

Deixa eu começar explicando uma coisa: eles NÃO são os Ursinhos Gummy! hahahaha. Quando começo a falar de uma animação com bichinhos que pulavam e tinham uma bolsa, todo mundo lembra dos Gummy, não dos Popples.

Na verdade eles são realmente bonecos de pelúcia da Mattel e depois de um sucesso enorme, foram levados para a telinha entre os anos de 1985 e 1987. Era também uma co-produção franco-americana, com 23 episódios e transmitido no Brasil pelo SBT (no programa da Mara Maravilha, eu lembro!).

Segundo a Wikipédia:

“Popples eram bonecos de pelúcia mágicos parecidos com ratos e dotados de bolsas como os cangurus, de onde podiam tirar qualquer coisa que quisessem e, inclusive, podiam colocar a si próprios nelas, transformando-se em bolas de pelúcia que quicavam”

Eles adoravam falar palavras com “p” e as repetiam, como se fossem gagos, frases como “P-p-pouples adoram p-p-pular!”. Foi daí e do “pop” que fazia ao saírem de suas bolsas que o desenho recebeu o nome.

O legal é que eles eram vistos somente por Bonnie e Billy, dois irmãos aventureiros. Sempre que adultos apareciam, os Popples se escondiam em suas bolsas e sumiam, ou fingiam serem bichos de pelúcia.

Assim como os Snorkels, eu me lembro da abertura:

E aí, quem mais se lembra desses desenhos? Só eu?